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Série: Feliz Natal e tal


Serie: Feliz Natal e Tal
Título Original: Merry Happy Whatever
Lançamento: Novembro de 2019
Temporadas: 1
Status: Cancelada
Nota: 2,8 de 5
Onde assistir? Netflix



Temos Ashley Tisdale e Bridget Mendler no mesmo elenco em uma série natalina? Temos na Netflix e você nem ao menos sabia to certa? Eu confesso que fiquei surpresa a Bridget desde que soube que ela abandonou os holofotes que a Disney deu de cantora e atriz. Mas, voltando ao assunto, Feliz Natal e tal tinha uma proposta de ser uma sitcom de comédia mais voltada para o clima natalino e conflitos em família no estio friends, mas não funcionou tão bem quanto a ideia original.

Vamos ao enredo? Emmy Quinn chega de viagem com o namorado na casa do pai para passar as festividades de fim de ano, então seu pai  Don Quinn tenta balancear e equilibrar a família com as relações, confusões, e relacionamentos durante os eventos de fim de ano causando situações constrangedoras e reveladoras.

Esse era pra ser um tipo de sitcom, daquelas no estilo Friends sabe? Mas, infelizmente , não engrenou. Elenco tinha, afinal tinhamos ASHLEY TISDALE E BRIDGET MENDLER no elenco, porém nem sempre elenco segura nenhuma se o roteiro não for mimamente bom e tiver uma boa química entre os personagens. Aqui, as coisas são muito desconexas. Apesar de focar no lado do humor, a série não consegue se segurar nisso. Ela até tenta com os momentos mais sérios e uns momentos meio forçados de humor pelo pai, já que o foco é o paizão engraçadão que tem que lidar com uma família cheia de problemas e o novo namorado da filha. 

São 8 episódios até que rápidos, porém que apesar  de não serem péssimos passam despercebidos por favor. Essa é uma daquelas séries sem sal nem açúcar, que você pode colocar na tv e deixar ali tocando, e é isso. Eu não consegui rir em nenhuma cena, e isso é triste porque normalmente eu amo os trabalho da Ashley. 

Feliz Natal e Tal tentou, mas falhou. Uma sitcom baseado em espírito natalino só funcionaria no mesmo período mesmo forçando a trama em cima da família.  É muito difícil manejar uma sitcom tão nichada em um evento de fim de ano para que ela vá pra frente e se mantenha. E esse é exatamente o caso que estou citando.

Dá pra assistir, é legalzinha, mas é aquilo assista se não tiver mais nada passando ou só pra desocupar a mente. Não exige muito de você, talvez você solte uma risada, mas comigo não aconteceu, infelizmente.










Filme: Identidades em Jogo



Filme: Identidade em Jogo
Título Original:  Its Whats Inside
Lançamento: Outubro de 2024
Duração: 1 hora e 43 minutos
Gênero: Ficção, Terror
Nota: 2,5 de 5
Onde assistir? Netflix


Sabe aqueles filmes que você não pode piscar senão você já não entende mais nada do que está acontecendo? Esse é o caso de "Identidade em jogo". Se você não prestar totalmente atenção vai perder algo e ai se perder completamente. Mas, antes de explicar o que isso significa vamos falar do enredo?

Um grupo de amigos se reune para celebrar o noivado de Reuben em uma mansão. Os planos eram uma festa tranquila e divertida, mas quando  Forbes um colega distante aparece sem ser convidado as coisas mudam já que ele propõe um jogo com uma maleta misteriosa contendo um aparelho que supostamente realiza uma troca de corpos. As pessoas resolvem aceitar e o que parece divertido no início se torna confuso e perigoso. Cyrus, Shelby, Dennis, Nikki, Brook, Maya, Forbes e Reuben  acabam fazendo descobertas em outros corpos, sem saber quem está no de quem ou quem está falando a verdade. E nessa troca de corpos, tudo pode acontecer. Traições, vinganças, relações destruídas e até assassinato. A grande questão é como eles vão lidar com isso?






Quando terminei esse filme eu não sabia o que pensar porque eu não sabia mais o que tinha acontecido. Não sabia quem ficou no corpo de quem. Quem ficou com quem e quem na verdade morreu. Na verdade, o longa te coloca um belo e grande ponto de interrogação na testa. A louca do longa é bem confusa, até porque pra administrar personagens que estão trocando de corpos com vários atores e atrizes é muito difícil. Identidades em jogo até tem alguns segredos revelados e algumas reviravoltas, mas o final? Eu realmente não esperava. É aquilo, se você não prestar atenção nos personagens e em quem esta onde você vai achar o filme no mínimo chato, porque ele exige muito da sua atenção e se prolonga com tantas trocas. Quando o tal aparelho para de funcionar então, as coisas se complicam ainda mais . Eu achei bem confuso. Achei a  condução do filme bem complexa, com uma ideia de início bem interessante mas meio mau conduzida.

O filme se perde nas trocas, nos personagens que estão em outros corpos e no ponto principal da tal vingança de certo personagem. Eu até gosto de filmes complexos, mas esse daqui achei muito prolongado. Não precisava disso tudo pra chegar naquele final o que me causou uma sensação estranha. Como que um grupo aceita participar de um jogo de troca de corpos? Meio sem noção, mas as pessoas são meio sem noção em vários aspectos então não posso reclamar muito. Identidades em jogo é um filme ok, porém tenta ser aquele longa complexo que vai te fazer refletir e pensar mas acaba é dando preguiça.



Monstros: A história de ED GEIN




Série: Monstros: A história de Ed Gein
Temporadas: 3
Lançamento: Outubro de 2025
Gênero: Terror, Suspense
Episódios : 8
Nota: 3,5 de 5
Produção: Netflix

 Desde que a nova temporada de Monstros estreou na Netflix, ela tem dividido opiniões. Alguns gostaram, outros nem tanto. Não assisti a série dos Irmãos que lançou antes dessa, porque não me chamou atenção, mas eu já sabia algo do ED GEIN tem um tempo. Eu vou tentar aqui passar a concepção que eu tive pra vocês, do que realmente a série quis passar. Ed Gein talvez não tenha sido tão conhecido e explorado como Ted Bundy ou Dahmer, mas ele certamente inspirou alguns assassinos em série. Lembrando, que apesar de ter cometido crimes hediondos e horrendos, Ed não fazia o perfil de um assassino que matava em série. Na verdade , a maior parte do material encontrado em sua casa eram de pessoas recém falecidas, ele praticava necrofilia e fazia roupas, objetos e outras coisas com as peles delas. Enfim, se vocês quiserem saber mais detalhes é só dar um google que agora tem várias matérias sobre ele rolando.


Houve muitas discussões sobre a série, alguns alegaram que a série se perdia pois não foca somente nos crimes do Ed, como em Dahmer, mas também na influência dele para inspiração de personagens que acabaram se tornando clássicos de terror posteriormente e também assassinos reais. Eu conhecia pouco do Ed Gein, mas particularmente o achei mais complexo. Ed, era totalmente castrado pela mãe, que era uma mulher extremamente controladora, devota e excedia os limites de moralidade e respeito.




Aqui, a série alterna principalmente nos primeiros episódios fazendo um paralelo primeiramente com Psicose, já que o personagem Norman Bates foi baseado no Ed. Aqui, mostra que o diretor de Psicose, se aproveitou da história pra criar um personagem alterando alguns fatos. Psicose foi um sucesso, e a produtora do filme queria mais pois as pessoas começaram a simplesmente gostar do gênero slasher/ fatos reais. Sendo assim, uma questão se instalou o problema são os filmes produzidos em cima desses fatos ou as pessoas que consomem esses filmes? É uma ótima questão de reflexão. 


Assisti uma entrevista do Charlie, que interpreta o Ed, e é incrível como ele incorpora o personagem. Ele mesmo questiona essas coisas, e de como o produtor quis deixar esse paralelo para mostrar a influência de certas atrocidades na sociedade  e na indústria. Posteriormente, vemos relance de o massacre da serra eletrica e silencio dos inocentes * ambos personagens desses filmes também inspirados em Ed. E é por isso que a série foca tanto em paralelo com isso. Algumas pessoas acharam chato essa repetição de menção, mas aqui vemos que a história do Ed deu entrada pra um gênero de terror muito conhecido hoje em dia, e que as pessoas queriam mais disso.


De fato, muita coisa na série é ficção, assim como as outras temporadas nem tudo aqui é real. Algumas coisas, são colocados pra efeito de roteiro ou desenvolvimento, mas as atrocidades do Ed estão definitivamente presentes. Algumas cenas são dificeis de ver, principalmente aquelas ligas a necrofilia. É impressionante ver como uma mente funciona depois que ultrapassa certas barreiras. O Ed aqui não tinha noção dos seus crimes o que não o inocenta de nada.





Muitos podem entender isso como um tipo de redenção, querendo dizer que os produtores queriam justificar suas ações, mas eu penso diferente. Todos os seriais killers tem camadas profundas, e se formos a fundo alguns são mais perturbadores que outros. Compreender a mente deles vai muito além disso. Ele é culpado sim por suas ações, não é inocente, mas o contexto deve ser considerado. 


Ed queria ficar próximo da mãe, já que tinha uma relação tóxica e extremamente inadequada com ela. E depois de sua morte, ele simplesmente não soube lidar com aquilo. Já existia algo ali, que a mãe dele reprimiu e ignorou. E depois, simplesmente foi extrapolado pelo Ed. O caso dele se diferencia, porque ele claramente tinha problemas mentais diferentemente de outros assassinos. Não era só psicopatia, era também a esquizofrenia em que ele ouvia a mãe e imaginava coisas não sabendo diferenciar do que era real.


Em alguns casos, como o do Kemper - que aparece no final da série- algumas similiaridades aparecem já que o Kemper matava por conta dos maus tratos da mãe, e isso tudo girava em torno disso. Temos também similiaridade com Dahmer, que tirava carne das vítimas e ficava com alguns cadáveres. 


A série pode parecer lenta no começo, mas ela vale a pena. O paralelo dos filmes inspirados nele te faz refletir, o que se fez do gênero como esse? O diretor de Psicose estava errado em criar isso? Depois que você continua, a série acaba se desenvolvendo um pouco mais, e Ed acaba sendo internado em um hospital psiquiatrico onde permanece até sua morte.


Temos referências a Mindhunter no episódio final, e isso me deixou empolgada já que os dois agentes entrevistam Gein como na série, e também aparecem outros atores e assassinos como Jerry Brudos ( dos sapatos) aliás o mesmo ator interpreta ele aqui, temos também Kemper, Richard Speck ( que assassinou várias enfermeiras em uma noite e neste episódio é retratado de uma forma diferente do que em Mindhunter o que me surpreendeu), temos também é claro Ted Bundy mencionado e todos eles com uma certa fascinação e declínio com relação ao Ed, o reverenciando e o usando como inspiração. Algumas coisas aqui, foram ficticias, já que o Ed nunca ajudou a capturar o Bundy e as outras coisas provavelmente foram colocadas para firmar a ideia de influência sobre outros do mesmo jeito dele. 


Ed, por fim, pra mim parecia que só queria entender quem ele era. E morreu sem conseguir isso. Ele devia sim pagar por seus crimes, e novamente ele não deve ser absolvido de nada, mas é muito reflexivo ver como as coisas acontecem dentro da perspectiva de uma pessoa como ele , e de como algumas coisas em sua vida ultrapassam o limite da realidade e fantasia. 


Certamente as pessoas queriam uma série mais pesada com crimes mais brutais, e com foco totalmente nos crimes como em Dahmer, mas aqui temos uma reflexão digna de como ele foi fundamental em vários elementos. Inclusive, no final, uma enfermeira disse que era pro Ed escrever um livro e contar sua história verdadeira. E ele diz que já contaram a história dele tantas vezes, de formas diferentes e com coisas sem saber que ele nem precisava e nem queria. 


Mais um ponto pra se pensar, somos nós que incentivamos indiretamente isso, consumindo esses conteúdos ou são as pessoas que usam desse conteúdo? Esse conteúdo nos diz algo sobre nós? O Ed teve sua história distorcida e inspirada pra entretenimento e até onde se vai em nome disso? Fica a reflexão.


Pra mim, Ed Gein foi uma boa temporada com atuações ótimas do Ed e sua mãe, e com paralelos muito distintos que se não forem totalmente compreendidos vão parecer tediosos, mas de geral é uma daquelas séries muito legais pra quem gosta do gênero e em saber que ele acabou sendo o pontapé pra vários horrores depois disso. Pra quem não lembra ele foi citado em Dahmer. Assistam, e vão até o final. Vale a pena refletir e entrar na perspectiva dele mesmo que nem tudo ali seja real. 





Filme: A Babá ( A rainha da morte)


Filme: A Babá A Rainha da Morte
Título Original: Babysitter The Killer Queen
Gênero: Terror, Comédia
Duração: 1 hora e 40 minutos
Lançamento: Outubro de 2022
Nota: 3 de 5
Onde assistir? Netflix
 

A babá * a rainha da morte segue a sequência do primeiro filme ( a babá de 2017) depois que Cole escapa do ritual satânico planejado por sua babá Bee que resultou em sua morte no fim. Nos dias atuais, Cole sofre as consequências daquela noite já que ninguém acredita em sua palavra, pois não foram encontrados os corpos de ninguém que morreu naquela noite. Cole, tenta então seguir sua vida e tem somente sua amiga Melanie como testemunha daquela noite. Quando Melanie o convida para ir até uma cabana longe, Cole desconfia de que algo está errado e Melanie se mostra não ser quem ele pensa que é. Para seu desespero, Melanie também faz parte do ritual e agora quer terminar o que Bee começou. Com os participantes originais de volta da morte, e até a presença de Bee , Cole se vê preso novamente em uma noite infernal tentando escapar com vida e contando com a ajuda de uma nova personagem Phoebe.

Como tinha mencionado no primeiro filme, A babá 2 segue a mesma linha de gênero e tenta reviver os atos do primeiro filme o que me incomodou bastante. O fato de Melanie fazer parte do culto não me surpreendeu tanto, mas confesso que esperava algo diferente apesar do final não ter ido na direção esperada. Esperei que fosse inovar neste longa com novos personagens, mas trouxeram mais do mesmo inclusive com os mesmos protagonistas do primeiro, sem muita explicação de como eles voltaram da morte sabe? Cole, dessa vez, não é tão inocente e eles parecem bem menos assustadores neste longa. As piadas se mantém no mesmo nível e até iguais em alguns parametros quando se fala de alguns personagens o que realmente me incomodou pois em alguns momentos senti como se estivesse assistindo ao primeiro filme. 




Depois de assistir esse filme, fica meio claro para mim que a babá não precisava necessariamente de uma continuação. Muitas coisas não fazem muito sentido aqui, e a reviravolta do final em que Bee de repente fica boazinha e sacrifica sua alma em prol dos dois, já que Bee também foi babá de Phoebe. É um daqueles filmes de terror slasher que voce pode colocar na sessão da tarde e ficar de boas assistindo. Sem esperar muitas emoções e muitas coisas. Temos Bella Thorne e mais alguns rostinhos conhecidos de volta nessa produção.


Filme: A Babá


Filme: The Babysitter
Título Original: A Babá
Gênero: Comédia, Terror
Duração: 1 hora e 25 minutos
Nota: 2,8 de 5
Onde assistir? Netflix


Fazia um tempo que já tinha assistido esse filme, porém acabei que ele ficou esquecido e eu não me lembrava direito da história, então resolvi reve-lo para fazer uma resenha mais fresca para vocês. Cole é uma criança frágil que sofre bullying na escola  e é apaixonado por sua babá Bee. Quando seus pais a deixam sob seus cuidados novamente, Cole fica curioso pra saber o que ela faz quando está dormindo e se mantém acordado. No entanto. o que era pra ser algo inofensivo se torna algo inesperado quando ele descobre que sua babá está fazendo um ritual de adoração ao diabo. A noite se transforma numa tremenda loucura cheia de sangue e reviravoltas, em que Cole terá que fugir de Bee e sua seita.



A Babá pode ser confundido com terror, mas pra mim, não chega nem ao menos perto disso. O longa tem aquelas vibes de slash terror com humor forçado em que se jorra sangue, se mata por todo o canto e ainda assim tentam fazer disso uma comédia. Não sei se gostei tanto deste longa justamente por ele não se decidir o que quer ser. Em alguns momentos ele definitivamente quer forçar uma tensão para que o espectador fique tenso e não saiba se vai sobreviver em outros, extrapola isso usando de mortes bizarras e piadas extremas e até exageradas num contexto meio ridículo de matança para adoração ao diabo. No final, não sabemos muito se valeu a pena, mas ao menos o longa te distraiu. É aquele slasher meio sem graça mesmo. Me lembrou muito " a morte te dá parabéns" ou a franquia " todo mundo em panico". 



O longa tem um ritmo de velocidade bom, mas em alguns momentos fica entediante com todos tentando matar o menino e ele escapando por sorte com os outros morrendo em mortes meio bizarras sabe? Tudo aquilo parece doido demais e sem sentido nenhum. Não tem muita coerência e definitivamente não te assuste e nem te faz rir também, já que as piadas não são dignas de risadas. A babá não sabe ao que veio, não sabe o que quer entregar, mas tenta te entreter com piadas em horas inapropriadas, muito sangue jorrando, mortes doidas e nenhum sentido. Dá pra distrair.


Filme: Obsessão Secreta



Filme: Obsessão Secreta 
Título Original: Secret Obsession
Lançamento: Junho de 2020
Duração: 1 hora e 37 minutos
Gênero: Suspense
Onde assistir? Netflix
Nota: 2 de 5


Se você acompanha o blog sabe que eu já assisti filmes com a temática similar a este. Inclusive fiz uma postagem com 3 filmes sobre obsessão que você pode conferir aqui (3 filmes sobre obsessão). Então é óbvio de se dizer que esse filme aqui não entrega muito e é mais um da leva de filmes obsessivos por interesses/amores/paixoes não correspondidas. Mas antes, vamos dar uma resumida no enredo para fazer minhas considerações?

Jennifer Williams é uma jovem recém casada que é brutalmente atacada e perde a consciência. Quando ela acorda, ela não tem memórias sobre sua vida nem lembra de nada recente sobre a mesma.  Seu esposo Russel, está disposto a faze-la lembrar sobre suas memórias e leva-la pra casa enquanto a polícia busca informações sobre quem atacou Jennifer. Conforme a mulher vai tentando se adaptar a sua vida novamente e tentando fazer com que as memórias voltem certos detalhes chamam sua atenção e algumas atitudes de seu marido Russel a deixam desconfiada de que as coisas podem não ser do exato jeito que ele está dizendo. Será que ele não era quem ele dizia ser?

Obsessão secreta é mais um dos filmes do gênero obsessivo sem nenhum detalhe que chame atenção. É isso mesmo. Ele é repleto de clichês mal encaixados. Em um certo ponto da trama já passamos a desconfiar do tal marido de Jennifer antes mesmo da própria desconfiar dele. Tem algo errado com ele. A trama tenta o tempo todo se pendurar na dúvida. Seja da mente de Jennifer que não lembra nada sobre o que houve ou sobre algumas atitudes pra lá de suspeitas do tal dito marido. Ele estaria escondendo algo ou simplesmente não era o que estava apresentando?

Porém, essa dúvida não se sustenta porque o roteiro é cheio de falhas. Como que você chega num hospital, não se identifica, não mostra nenhum documento que prove ser casado com aquela pessoa e ainda sim consegue leva-la dali? É isso mesmo. Muitos furos sem noção. Conforme o longa vai se desenvolvendo você ainda torce para que haja um ponto alto no filme, mas adivinhe? Ele não vem Nem mesmo com as reais intenções do tal moço reveladas e nem de como as coisas aconteceram. Do meio pro final fica meio arrastado pra assistir mesmo com todo suspense que forçam em colocar no longa. Esse tema obsessivo já é muito usado e explorado e ao usar isso em um novo longa você tem 2 opções: ou inova com algo bem diferente ou cai na mesmice de um filme bem previsível e foi o que aconteceu aqui. um filme bem fraquinho que não se sustenta e não prende o espectador tempo suficiente no mistério de quem é aquela pessoa sabe? Sempre com aquela característica de : ele/ela me rejeitou então vou ficar obsessivo(a) com essa pessoa. Meio bleh se é que me entendem. Passa despercebido fácil e não entretém tanto como deveria. Bem mais ou menos. Não causa a tensão a que se propõe e não causa curiosidade nem medo. É aquele sentimento de " tá é só isso?". Morno.








Filme Natalino: Um Amor Feito de Neve


Filme: Um Amor Feito de Neve
Título Original: Hot Frosty
Gênero: Romance, Natal
Duração: 1 hora e 30 minutos
Gênero: Romance, Comédia
Nota: 2.5 de 5
Onde assistir? Netflix

Chegou a época natalina e a Netflix veio com tudo pra gente maratonar os filmes de Natal do catálogo. E ela vem produzindo bastante, não temos somente Vanessa Hudgens e Lindsay Lohan, mas agora também tempos a Lacey Chabert, que fez a Gretchen em Meninas Malvas, e ah esse não é o primeiro filme natalino dela hein gente? Prometo, trazer as resenhas dos filmes natalinos o máximo que posso até o Natal. Kathy é uma viúva que está um pouco desanimada após perder seu marido, com o Natal prestes a chegar ela coloca um cachecol dado de presente em volta de um boneco de neve na praça de sua rua. O que ela não esperava é que o boneco ganhasse vida. Agora, o boneco apelidado de "Jack" precisa de ajuda para se adaptar ao mundo real. Enquanto ajuda Jack, Kathy redescobre como é se divertir e estar na companhia de alguém, mas eles percebem que Jack pode não durar muito tempo já que por ser um boneco de neve ele pode estar com os dias contados. Será que um milagre de Natal vai acontecer?


Sabe aqueles filmes de Natal super bobinhos, com atuações bobinhas e clichês mas que até são gostosos de assistir? É o caso desse. Se você já assistiu pelo menos alguns filmes de Natal, sabe que não dá pra se esperar muito do roteiro. Não dá pra esperar algo inesperado, ou vai pro clichê ou vai pra comédia. Um dos dois caminhos. 


Eu , particularmente, não vi muita diferença de outros filmes de Natal. Claro, se for pensar racionalmente, um boneco que ganha vida e age feito um bobo é meio espalhafatoso e bobo, mas no conceito natalino a gente até acha fofo. Eu , em muitos momentos me lembrei de "um passado de presente" e na adaptação dos dois personagens no mundo real com a ajuda de suas respectivas protagonistas. Inclusive, a Netflix está soltando vários easter eggs em seus filmes de Natais, com alguns elementos de filmes já lançados e já aviso que aqui a referencia foi a um filme da Lindsay e foi muito bem jogada.




Um amor feito de neve é bobinho, muito muito clichê e tem atuações medianas. Pra época natalina, ele vai aquecer seu coração, com toda certeza, mas não considero ele um dos meus favoritos. Dentre, os filmes natalinos, há com certeza histórias melhores, mais fofas e que fluem melhor. Aqui é bobeira mesmo gente e tá tudo certo. É a essencia dos filmes nesse clima. Não dá pra exigir muito. O filme flui bem bonitinho, o casal se conecta e acaba tendo um final feliz . É isso. Isso que a gente quer e tem. Sem pretensões, roteiro muito elaborado e reviravolta. Apenas clichezinho, bobeiros e espírito natalino com um romance. Muito ok. Aceitável.


Filme: Fuja!

 


Filme: Fuja
Título Original: Run
Duração: 1 hora e 29 minutos
Gênero: Suspense
Nota: 3,5 de 5
Onde assistir? Netflix

Eu assisti esse filme tem um tempinho atrás , mas resolvi rever pra trazer uma resenha super fresquinha do que achei do longa. Mas vamos a sinopse antes que eu faça minhas considerações. 

Chloe é uma garota que sofre de várias doenças inclusive uma lesão nas pernas que a deixe impossibilitada de andar e se locomovendo por uma cadeira de rodas. Por isso, a garota estuda em casa juntamente com sua mãe Diane, que a ajuda nos aspectos gerais de sua vida. 

Contudo, Chloe começa a desconfiar que algumas coisas parecem não se encaixar direito quando algumas atitudes de sua mãe se tornam suspeitas. Seguindo seu instinto, a garota começa a investigar e vai descobrindo mais elementos que podem trazer a tona uma verdade ainda mais terrível do que ela sequer podia imaginar. Será que ela podia mesmo confiar em sua mãe?

Fuja é um daqueles longas de suspense que eu definitivamente amo. Ele não precisa de sustos pra te fazer pular da cadeira, nem apostas sobrenaturais . Ele simplesmente funciona com a tensão. 

Conforme a personagem principal vai fazendo sua descoberta e toda aquela sensação de ser descoberta e correr perigo funciona para que quem assista se pergunte o que realmente está acontecendo. O longa te prende e não enrola em sua história muito menos em sua conclusão. 

Ele é bem sucinto e entrega aquilo que precisa de um filme suspense: tensão e elementos que prendem sua atenção. Não precisa de muito mais que isso. Um salve vai para as atuações das atrizes principais que se sairam muito bem. 

A Sarah ( que faz a Diane) é bem conhecida por fazer parte do elenco da série "american horror story). Já a Kiera que faz a Chloe é realmente cadeirante na vida real, o que faz a atuação dela fica ainda mais convincente. Ela transmite exatamente os sentimentos e sensações de dificuldade que a personagem precisa e as cenas em que as duas estão interagindo são muito boas. 

Fuja vai te prender, vai te fazer se questionar e vai te entregar uma história concisa sobre como certos traumas despertam coisas estranhas nas pessoas. Recomendo muito.





Filme : Como Superar um Fora


Filme: Como Superar um Fora
Título Original: Soltera Codiciada
Lançamento: Novembro de 2018
Duração: 1 hora e 44 minutos
Gênero: Romance, Comédia
Produção: Netflix
Nota: 4 de 5

Esse filme caiu como uma luva em um dos momentos mais difíceis da minha vida. Além disso, escolhi esse filme claramente pelo áudio original ser em espanhol e a sinopse ser pra lá de interessante. Mas antes de dar meu parecer sobre o mesmo, vamos falar do enredo? Maria Fe é uma publicitária que se encontra atualmente em um relacionamento a distância com Matías, ou como gosta de chama-lo Bicho. Ao fazer uma vide chamada com ele para anunciar uma surpresa, ela acaba surpreendida com Matías terminando o relacionamento. Maria Fe então cai na tristeza e passa por todas as fases do término de um relacionamento em uma noite. Agora, ela precisa se reinventar e seguir em frente, mas como superar depois de um tempão com aquela pessoa? 

Esse filme é MARAVILHOSO. A protagonista principal brilha muito no papel e passa exatamente aquilo que é exigido dela. Acompanhamos Maria Fe em uma jornada de término e superação que muitas e muitas MULHERES com certeza vão se identificar se assistirem o filme. Os pontos altos do mesmo são de mostrar a realidade de um término abrupto, da obsessão que ficamos após o acontecimento, do sofrimento, da tristeza e da difícil parte de desapegar, conhecer outras pessoas e seguir em frente. As cenas de comédia são engraçadas e além de retratar bem as sensações pós término , o longa consegue apontar outros temas interessantes como correr atrás de seus sonhos, curtir os momentos e perceber que sua felicidade não dependia apenas de um par amoroso ou de estar com alguém. Como superar um fora se supera porque poderia ter optado pela opção mais clichê, mas em vez disso foi pelo caminho mais bacana. Ideal para quem já passou por uma separação, término, fora e precisa de algo que cause conforto. Esse filme é muito bom. Assisti mais de uma vez e recomendo de olhos fechados. Assistam e sigam atrás dos seus sonhos.






Quando uma solitária publicitária sofre mais uma desilusão amorosa, ela decide que precisa desabafar sobre as coisas que ocorrem em sua vida, por mais que tenha vergonha de mostrar seus sentimentos a outras pessoas. Para driblar esse impedimento, ela cria um blog e escreve lá todos os anseios da vida de uma mulher solteira de meia-idade, mas se surpreende com o sucesso que atinge.







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