#Seriado: Orange is the New Black

Série: Orange is The New Black
Gênero: Comédia, Drama
Temporadas: 4 (em exibição)
Lançamento: Julho de 2013
Canal: Original da Netflix
Criado por: Jenji Kohan
Nota: 3 de 5

Uma série super hiper mega comentada desde a primeira temporada que eu CONFESSO que estou bem atrasada pra falar. Eu tinha meus receios com Orange is the New Black mas resolvi largar de lado e ao menos assistir o primeiro episódio e ai começou o vício. Eu achei que não curtiria a série só pela premissa, mas o enredo e os personagens são tão interessantes que eu curti. Apesar de estar classificada no gênero de comédia, eu não conseguir rir com nenhum episódio que eu assisti. E pra mim, série de comédia tem que me fazer rir. Não precisa ser tão explicito a ponto de ter risinhos ao fundo e apelar aos padrões de outras, mas o máximo que eu consegui foi dar meios sorrisos e simpatizar.

Piper Chapman é condenada a 15 meses de prisão por tráfico de drogas, um crime cometido há 10 anos atrás mas que a loira resolve enfrentar logo. Agora com tudo diferente em sua vida, noiva de um cara bondoso que a compreende e incentiva a cumprir a pena para poderem ficar juntos Piper acredita que pode aguentar esse 1 ano e 3 meses presa.  Alternando entre visões da vida de Piper antes da prisão e sua adaptação a nova rotina o contraste do seriado é bem interessante. Com Jason Biggs dando vida ao noivo de Piper, ela tenta reunir todas as forças necessárias para ficar esse tempo em um presídio feminino de segurança máxima. Mas tudo é em vão quando ela começa a sacar como as coisas rolam lá dentro. Dentro do presídio ela é apenas a garota loira bonita misturada entre presas instáveis e veteranas.

Sem entender nada das regras com as outras, Piper se envolve em algumas brigas e desentendimentos com as outras pelas situações em que não pode controlar. Isso dá margem para outros acontecimentos meio sem sentido já que esta é uma série ambientada dentro de uma prisão com o intuito de mostrar a atmosfera dentro de uma cadeia. Bem, a questão homossexual também está em pauta já que até Piper se envolveu nisso. A mesma na época que foi cometido o crime tinha um relacionamento com outra mulher. Isso é claro mudou, mas ainda se pode observar durante os episódios alguns momentos dessa fase em sua vida. 

No presídio o que não falta é mulheres com essa opção sexual e algumas muito doidas também. Confesso que muitas vezes senti pena da Piper que se sentia perdida e prestes a enlouquecer. Afinal, o que ela fez nem é muito grave. Conforme a história vai avançando a personagem cria amizades e inimigos dentro da cadeia o que torna o contraste aina mais interessante. A série tem uma premissa interessante, e não se foca somente em Piper, mas também na vida de outras personagens que são exploradas conforme alguns episódios são desenrolados. Não é uma série que arranca risadas, mas contém cenas interessantes e até cômicas já que o ambiente de uma prisão feminina é bem diferente do normal.

Orange is the new black cumpre seu papel em originalidade do jeito que a mesma é explorada. A trama cresce durante seu desenvolvimento e os personagens vão se desenvolvendo e crescendo conforme as situações vão surgindo. É uma série bacana de assistir e se aprofundar.
Piper Chapman (Taylor Schilling) é uma mulher por volta de seus 30 anos que é sentenciada a 15 meses de prisão após ter cometido crimes para sua ex-namorada, a traficante Alex (Laura Prepon) — que não vê há mais de uma década. Piper troca a sua vida confortável de Nova York, com o noivo Larry (Jason Biggs), pelo macacão laranja, e cumpre sua sentença na Penitenciária Feminina de Litchfield. Para sobreviver, ela precisa aprender a conviver com as outras detentas, como Red (Kate Mulgrew), Nicky (Natasha Lyonne), Taystee (Danielle Brooks) e Crazy Eyes (Uzo Aduba). O que Piper não espera é encontrar a ex cumprindo pena no mesmo lugar. 

Resenha de Livro: O livro Definitivo dos Signos


 Livro: O Livro Definitivo dos Signos
Autor: João Bidu
Ano: 2017
Páginas: 240
Editora: Astral Cultural
Nota: 3 de 5
Livro cedido em parceria pela editora

Não sou uma louca dos signos e nem sei dizer pra vocês se acredito de verdade que eles tenham uma influência grande sobre a vida das pessoas porém muita coisa referente ao meu signo combina com muita personalidade e me ajuda a me descobrir um pouco melhor quando quero refletir ou até saber mais um pouco sobre mim mesma. Então quando a editora parceria aqui do blog mostrou os lançamentos não hesitei em pedir um exemplar do livro de signos escrito por um dos maiores astrólogos do Brasil: João Bidu. Lembro de sempre ler o horóscopo nas revistas e a maioria deles com previsões do mesmo, sempre gostei do modo que ele fala das personalidades com credibilidade e não indo para uma linguagem muito específica que muitas vezes pode deixar confuso quem está lendo. A linguagem é direta e fala muito sobre as personalidades das pessoas sobre influência desse signo específico. Não sei se é real ou não, só sei que é algo que eu até curto e gosto de ler sobre. Sempre quero me conhecer melhor, refletir melhor e através da astrologia consigo isso as vezes enxergando coisas que nem quero realmente enxergar. Se você já leu algum horóscopo do João Bidu, já vai saber exatamente como ele conduz as previsões e como sua linguagem é desenvolvida e nesse livro temos um resumo completo de cada ponto que ele explora em suas previsões deixando os aspectos mais importantes ressaltados.

Não tem muito o que falar desse livro. Ele é extremamente simples e direto. Tanto pelo assunto que aborda, como pela capa e sua proposta. Não há muito o que dizer. O livro é dividido por cada signo, especificando vários pontos de cada. Passando pelo jeito de ser, até rankings de qualidades, defeitos, relação de amizade, amor e trabalho. Separação por decanato e também finalizando com signo lunar e seu ascendente. Tem até como descobrir qual ascendente do seu signo (coisa que eu não sabia do mesmo). É um bom livro pra quem curte o assunto, gosta de ler sobre sua personalidade e acredita na influência dos mesmo sobre sua personalidade e sua vida. O livro é uma boa distração, bem rápido de se ler e de fácil entendimento. João Bidu destaca as coisas mais importantes de cada signo, não enrola e dá uma descrição clara para cada assunto que aborda no signo relacionado. Pode não ser tão diferente das revistas de horóscopo que você costuma ler, mas esse livro vai ser uma preciosidade na sua estante se você amar astrologia. Recomendo. 
Há mais de 7.000 anos, o homem observa o céu e faz associações entre os movimentos dos astros e o comportamento das pessoas. Desde as civilizações antigas, a Astrologia – mistura de arte e ciência mística – vem surpreendendo, intrigando e encantando a humanidade. “O Livro Definitivo dos Signos”, de João Bidu, desvenda a natureza dos 12 signos do Zodíaco e apresenta as forças, as virtudes, os desafios e as paixões de cada um de nós. Ao ler este livro, você pode se conhecer melhor e fazer uma descoberta fascinante: o segredo da sua felicidade mora dentro de você, e um dos caminhos para acessar esse segredo é abraçar os ensinamentos milenares e inspiradores da Astrologia!

Eu assisti: IT A COISA

Filme: IT/ A Coisa
Lançamento:Setembro de 2017
Gênero: Terror, Suspense
Duração: 2 horas e 17 minutos
Distribuidora: Warner Bros
Nota: 5 de 5

Vocês acharam que eu não ia falar de IT? Até parece. O filme que era um dos longas mais esperados do ano tem arrancado críticas pra lá de boas das pessoas que assistiram e se tornou o filme de terror mais visto de estreia no Brasil. É ou não é um sucesso? Bom, não preciso dizer aqui que esse filme é baseado em um livro de mesmo nome do autor Stephen King publicado aqui no Brasil pela Suma de Letras. Antes de ter essa versão adaptada para o cinema, IT tinha ganhado uma versão para vídeo com mais de 2 horas em 1990. Esse especial apesar de ter sido bem elogiado foi muito limitado já que os recursos de produção, direção e efeitos especiais não eram tão avançados e bons como o de hoje. Então, foi uma ótima ideia terem feito uma versão pra cinema pra 2017 e de uma forma diferente. Mas antes vamos falar do enredo. Uma cidade no Maine chamada Derry tem um número grande de desaparecimentos e a taxa é ainda pior com crianças. Quando o irmão de Bill, Georgie acaba desaparecendo e todos presumem que ele está morto. Enquanto os desaparecimentos continuam, um grupo de crianças entitulado " Clube dos Perdedores" acaba se tornando mais forte e todos parecem ser aterrorizados por um palhaço aterrorizante e medonho. O grupo então percebe que o palhaço Pennywise é o responsável pelos desaparecimentos e tentam acabar juntos com essa ameaça a sua cidade. Mas como acabar com uma coisa que sabe exatamente do que você tem medo? 

Eu não consegui dar menos que 5 estrelinhas pra esse filme pelo simples fato de não ter nada pra falar dele em aspecto negativo.  Desde que os trailer foram lançados eu estava ansiosa para saber como a adaptação ia rolar, já que eu já tinha assistido ao telefilme dos 90 e até curtido. Neste filme, a diferença é que eles focam somente na infância das crianças. No telefilme de 90 assim como no livro, ele explora os acontecimentos quando eles eram crianças e ao mesmo tempo quando eles já estão adultos usando de flashback muitos momentos para reforçar o que se quer passar. O diretor soube muito bem conduzir o ritmo do filme mesclando gêneros de uma forma bem inteligente e deixando o longa na medida certa de cada coisinha. Terror não tão explícito, Suspense beirando a aflição, Amizade pra se identificar com os personagens e cenas de comédia leves que te fazem dar uma pequena risada e aliviam no momento certo a tensão que o mesmo consegue espalhar pelo ar. IT tem um ritmo bom, as coisas acontecem no tempo certo e na velocidade certa. O time de atores crianças são excelentes e muito bem escolhidos. Eles não deixam a desejar. Os elementos mais famosos e principais do telefilme de 90 foram mantidos e mesmo com a nova proposta de nesse filme apenas focar na fase criança dos personagens o diretor conseguiu criar um longa interessante e que cumpre bem o papel que quer desempenhar. É claro que IT não é aquele tipo de terror que estamos acostumados, com cenas bruscas, cheio de sustos e gritaria. 

O filme mescla tudo de uma forma leve e moderada sabendo passar pelos gêneros durante as cenas trazendo um misto de aflição e tensão ao mesmo tempo. Um grande destaque é sem dúvidas Bill Skasgard que está por trás do palhaço assustador. A incorporação do ator na pele do palhaço é impressionante. É preciso apenas que a câmera focalize seu rosto e aquela expressão aterrorizante e diabólica surge no rosto de Pennywise e ai você chega a arrepiar. O palhaço causa um desconforto, causa uma tensão e com certeza se encaixa muito com a atmosfera construída dentro do filme. Mistura tudo que é necessário e sabe muito bem o que fazer com tudo isso. Flui de uma maneira bacana, é bem produzido e dirigido. Recomendo de olhos fechados mesmo se você for daquele tipo que não curte palhaços. O clima de amizade entre os amigos também comove e traz identificação com o público. O foco do longa vai direto para o medo específico de cada criança e que a criatura pode se transformar em qualquer coisa para te atacar e te paralisar se alimentado desse medo. É um filme muito bacana e um dos melhores desse ano. Vale muito a pena.

Um grupo de sete adolescentes de Derry, uma cidade no Maine, formam o auto-intitulado "Losers Club" - o clube dos perdedores. A pacata rotina da cidade é abalada quando crianças começam a desaparecer e tudo o que pode ser encontrado delas são partes de seus corpos. Logo, os integrantes do "Losers Club" acabam ficando face a face com o responsável pelos crimes: o palhaço Pennywise.

Pesadelo que deveria ser sonho

Eu respiro fundo mais uma vez. Já não choro mais como antes porque cansei de gastar lágrimas. Meus olhos lacrimejam mas uso todas as minhas forças para impedir que alguma lágrima caia. Por que eu não posso simplesmente dizer adeus? Porque eu não consigo fechar os olhos e perceber que durante todo esse tempo você não tem me feito bem.  As vezes ficamos bem, as vezes brigamos. As vezes sorrio, as vezes eu choro. As vezes você me magoa, as vezes é gentil. Eu te adoro. Eu te odeio. Algumas desculpas e eu te perdoo. Acredito que as coisas vão mudar e então tudo se repete. Eu me magoo. Eu me culpo. Eu procuro erros que não existem. Digo que está tudo bem porque ando disfarçando a dor de um modo que pareça que te superei. Que estou realmente bem e que não sou uma daquelas pessoas idiotas que gostam de alguém que não dá a mínima pra você. Foi um tipo de lavagem cerebral e eu nem sei bem o que estou sentindo agora. 
Então, eu sigo em frente dizendo que não posso continuar desse jeito, que não vale a pena e que não mereço isso. Já sei que não mereço isso mas não sei um jeito de me conformar com algo que deveria ter dado certo. Eu não aceito que você diga que não era pra ser. Eu não aceito você dizer que tentou e nem que não deu certo. Não aceito e você sabe bem o motivo. Era tão simples, tão simples que chega a ser ridículo.É muito mais fácil brincar e jogar a culpa pro outro do que admitir que você deu mancadas muito feias. Vai e volta que não termina e que me deixa tonta. Pra que serve isso? Quero minha imunidade contra você de volta. Estou andando por ai de cabeça baixa tentando esconder minha agonia. Tem várias pessoas ao meu redor, mas sempre me pego pensando em você. 

Esse coração bagunçado tem que achar um meio de se organizar. Não é justo que eu ainda me importe. Não é justo que eu ainda sinta falta. Porque poderia ter sido nós dois juntos. Poderia ter sido uma história, algo bom de se lembrar mesmo que tivesse acabado agora. Poderia ter sido um punhado de momentos gostosos misturados com lembranças sorrisos, abraços e sensações. Ainda tem uma faísca por você dentro de mim. Não sei se ela vai sobreviver por muito tempo. Não sei quanto tempo ainda tenho. Você me enlouqueceu por um tempo mas recobrei minha sanidade. Fechos os olhos e repito que esse é só um pesadelo. Um pesadelo que eu queria que fosse um sonho. Um pesadelo que eu cansei de ter. 
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