Filme: CORRA!


Filme: CORRA!
Título Original: Get Out!
Lançamento: 18 de maio de 2017
Duração: 1 hora e 44 minutos
Gênero: Suspense
Distribuidora: Universal Pictures
Nota: 5 de 5 ( Excelente)

 Pense em um filme que você assistiu aleatoriamente e ficou quase todo o tempo de boca aberta? Pensou? Então, CORRA! é exatamente esse o caso. Apesar de já ter visto alguns trailers de divulgação e lido algumas críticas de início não fiquei muito interessada na história do filme, mas resolvi arriscar e me rendi. O resultado? Muitas palmas no final para esse filme. Espetacular. CORRA! é caracterizado como gênero terror/suspense, mas vai muito além disso. O mistério fica ali durante quase todo o filme, em que ganchos são apresentados para que eles possam puxar outras coisas e se encaixarem no final de uma forma bem surpreendente. 

Pela sinopse você praticamente não dá nada pelo longa, mas acredite em mim não se deixe levar por isso. Chris é um jovem negro que namora uma garota super bonita e branca. Os dois viajam para conhece a família dela e o que era pra ser uma viagem tranquila acaba se tornando uma bizarra experiência.  No começo, o jovem acha que o comportamento excessivo e estranho da família da namorada é tentar aceitar que ela namora um jovem negro, só que as coisas começam a ficar ainda mais estranhas. A mãe de sua namorada é psiquiatra e hipnóloga que se oferece para fazer esse procedimento com ele com intuito que ele pare de fumar. A hipnose funciona, mas as coisas ficam ainda mais sombrias. Algumas pessoas agem bizarramente estranho com ele por ser negro e o comportamento delas é duvidoso. Quando Chris percebe mais algumas coisas e vai juntando as peças ele tenta fugir dali o mais rápido possível, porém não vai ser tão fácil assim. 

O filme é um thriller/suspense surpreendentemente eficiente já que o roteiro corre de uma forma muito bem desenvolvida, tem os elementos certos e é muito bem explorado. Com doses de humor sarcástico, o filme se foca no suspense mas também critica de uma forma bem intensa o racismo e o preconceito das pessoas. Certos comentários e situações feitos pelos personagens dentro do enredo são muito bem colocados e mostram o que ainda muitas pessoas não enxergam: como uma pessoa de cor diferente ainda  incomoda em certas situações. O jeito com que isso é explorado dentro do mistério que o filme propõe é outro ponto super positivo dentro do mesmo. Outro ponto interessante do mesmo é que o filme te prende desde os primeiros minutos, e conforme a história vai se desenrolando você simplesmente não consegue e nem quer desgrudar os olhos da tela pois caso contrário pode perder alguma coisa interessante. 



A bizarrice de algumas cenas de suspense é tão grande que você fica aflita em muitas cenas e se perguntando " Que merda está acontecendo nesse filme?" e no final tem um grande reviravolta que te faz pensar " Meu Deus o que está acontecendo"? e esse pensamento vai te acompanhando até o final do mesmo. Eu literalmente fiquei de boca aberta durante muitos momentos do filme, principalmente quando as peças começaram a se encaixar e o real propósito de tudo foi revelado. Lá nos EUA esse filme foi um tremendo sucesso de bilheteria já que lá a luta contra o racismo ainda é mais intensa do que aqui no Brasil. A inteligência de usar os esteriótipos de racismo e preconceito em um filme de suspense combinando com o gênero do filme.

O filme surpreendeu por arrecadar muito mais do que custou para ser produzido e não era uma grande aposta quando foi lançado. Agora o filme chega aos cinemas nessa semana e quer impactar as pessoas em um nível quase igual nos EUA. Uma coisa é certa, você não vai conseguir assistir esse filme sem se surpreender com alguma coisa, imaginar várias coisas diferentes e então ficar de boca aberta assim como eu fiquei em momentos tensos do filme. É um filme excelente em seu gênero que te eletriza e impacta ao mesmo tempo. Um dos poucos filmes do gênero que me surpreendeu e inovou na forma de conduzir o mesmo, com seu desenvolvimento e é claro com o roteiro muito bem escrito e trabalhado. Se você curte mistérios, suspense e filmes similares VOCÊ SIMPLESMENTE TEM QUE ASSISTIR ESSE FILME! EXCEPCIONAL!







Chris (Daniel Kaluuya) é jovem negro que está prestes a conhecer a família de sua namorada caucasiana Rose (Allison Williams). A princípio, ele acredita que o comportamento excessivamente amoroso por parte da família dela é uma tentativa de lidar com o relacionamento de Rose com um rapaz negro, mas, com o tempo, Chris percebe que a família esconde algo muito mais perturbador.



Lá no fundo do meu ser

Sinto como se estivesse me arrastando silenciosamente. Lutando contra coisas que parecem pequenas mas que tiram a graça da maioria das coisas. Ou apenas escolhendo ignora-las, como uma dor que você insiste em dizer que é temporária, mas que de verdade nunca passa. Vai e volta. Sentindo suas emoções como em uma montanha russa que desce e sobe todos os momentos, tirando e dando ao mesmo tempo. Mais um dia ruim, um momento ruim ou uma fase ruim. Já nem sei nomear mais. Não há com quem falar porque já sei o que vou ouvir " Essa fase vai passar". Acontece que já venho escutando isso há muito tempo. Quando parece que as coisas vão melhorar de verdade, e algo acontece e joga pro mesmo ponto que você estava ou até mais embaixo. Estou presa em um tipo de dor emocional que não se cura, não passa. Não dá pra explicar isso pra ninguém. Não dá pra fazer com que entendam o que sinto ao respirar. Mas ai repetem que você tem que continuar, é assim que é. 



Então coloca aquela máscara social que você já está se acostumando a usar e em alguns dias sorri dizendo que está tudo bem e finge uma felicidade que por alguns momentos até você acredita. Continuar tentando, continuar ignorando, continuar fingindo, acreditando e sendo decepcionada. É isso que tem que se fazer, é isso que todo mundo faz. E se eu não faço, então quem sou eu? Uma estranha com sérios problemas. Os problemas acumulam, a raiva se instala, a preguiça te pega e nada do que costumava te fazer rir faz efeito. Você olha seus contatos e não vê ninguém com quem possa conversar. Aquela sua amiga está ocupada demais e ficando cada vez mais longe. Aquele carinha que você achava que gostava de ti, te abandona como se não fosse nada demais. Não dá pra sair contando seus problemas para as pessoas. Ninguém quer escutar as dores de ninguém. Só começa a ficar ainda mais difícil a cada dia. Caindo fundo, escolhendo apenas ignorar convites e inventar desculpas esfarrapadas para não sair de onde está. Soa depressivo demais. Ninguém quer conversar com alguém assim. Ninguém quer ajudar alguém assim. As coisas estão perdendo importância, as esperanças estão se esvaindo e ficando dolorosas de se imaginar. Estou em um tipo de círculo vicioso, essa sensação só vem e volta. Deixar escorrer as lágrimas, deitar-se no escuro e olhar pra algum ponto que você nem sabe qual é. 

Respirar fundo quase em câmera lenta e pedir alívio pra essa dor silenciosamente.  Continuo recuando, construindo barreiras. E se for eu que estou destruindo tudo? Como faço as coisas pararem de desmoronar? Uma parte de mim quer fazer as coisas direito, quer dizer de verdade que está tudo bem e que não se abala facilmente. Ai uma falsa onda de alegria aparece e você tenta camuflar o vazio por apenas alguns momentos. Mas ela passa, e o vazio parece aumentar. Não funciona de qualquer maneira. Um imenso abismo te separa de tudo. Já não há esperanças de que venha a pessoa certa. Já não há esperanças de que existe alguém por ai capaz de lidar com isso. 

O ringue está intenso. Lutar contra isso não é fácil sem se ferir, mas outro fracasso não é uma opção. Minha zona de conforto parece a opção mais adequada enquanto isso te afasta cada vez mais. Ninguém faz nenhuma pergunta, não sentem sua falta mas também não sabem perguntar sem te julgar. E ai percebe-se que não dá pra continuar desse jeito. Promete um novo ânimo para amanhã que nem sabe se vai ter e recomeça tudo de novo. E tudo se repete. Dizem que é assim que se vive. Só resta duas opções: Continuar vivendo assim e repetindo que vai passar ou desistir por não aguentar mais. E posso dizer, que já considerei as duas em vários momentos. Mas agora, só me resta uma.

Resenha de Livro: Sonhei que amava você


Livro: Sonhei que amava você
Autora: Tammy Luciano
Ano : 2014
Páginas: 196
Editora: Valentina
Nota: 4 de 5

Mais um livro da Tammy pra resenhar. Pra mim é super difícil escrever resenha de livros nacionais pois sou escritora e penso muito em como  me sentiria se o livro fosse meu. Admiro muito a carreira da Tammy, o seu jeito cativante e sua batalha. Enfim, vamos falar do livro começando pelo enredo. O livro gira em torno de Kira uma jovem de comum de classe média alta que se vê perdida no momento devido aos sonhos constantes, iguais e com um mesmo rapaz. O cara aparece em todos os seus sonhos, e Kira não entende qual a conexão com ele já que ela realmente não o conhece. Conforme os sonhos continuam acontecendo, Kira se dá conta que sente algo por aquele rapaz do sonho. Mas como poderia se apaixonar por alguém que está presente somente nos seus sonhos? Loucura. Conforme a história vai se desenvolvendo ela finalmente acaba conhecendo o moço dos sonhos o que a deixa bem assustada. Ela não sabia se ele tinha os mesmos sonhos que ela, se lembrava deles. Por conta do destino eles se encontram mais uma vez e ela acaba descobrindo quem é o tal rapaz dos sonhos que se chama Felipe e é um dos donos de uma clínica veterinária. Conforme as coisas vão acontecendo Kira vai desenvolvendo um relacionamento com Felipe se perguntando se ela pode viver um romance com ele como os dos sonhos ou se isso ficaria somente em sua cabeça? Conseguiria ela conquistar o coração do rapaz? O enredo geral do livro objetivamente é esse, algumas coisas são desenvolvidas e explicadas durante os capítulos da história. 

Minha primeira observação trata de reparar no amadurecimento da escrita da Tammy. Se você já leu algo dela com certeza vai notar uma boa diferença da escrita e de desenvolvimento na história com relação a seu livro anterior. Uma coisa é certa, Tammy tocou em um assunto super apaixonante. Sonhos. E explorou isso de uma forma tocante em uma história leve e cheia de romance puro. A leveza é tanta que muitas vezes algumas cenas ou diálogos podem parecer bobos mas soam puros e tocantes pra mim. A delicadeza de entrar nesse assunto e saber desenvolver algo ali no meio de uma forma atrativa foi bem colocado. A escrita de Tammy é adorável, sensível e diferente de muitos outros livros. Suas histórias são rodeadas de lições pra se inspirar, ações pra se refletir e temas interessantes. O livro me encantou de uma forma diferente por ser um romance desenvolvido de uma forma única e com elementos tocantes. Faltou bem pouco pra dar 5 estrelinhas pro livro somente alguns pontos ficaram ao meu ver um pouco fora do contexto e me tiraram do foco da história. Vou confessar a citação de músicas me irritou um pouco. Em muitos momentos havia algum trecho de música e sua tradução no rodapé da página. 

Não que eu não curta uma música inserida na história, mas quando ela é frequente acaba ficando massante e em muitos momentos nem se lia essa parte, não me interessava e não acrescentava nada a história saber o nome ou ler o trecho da canção. Alguns momentos também me incomodaram com Kira e Felipe, já que as declarações de amor sem fim e o envolvimento com a ex namorada de Felipe se misturaram um pouco no final. Nenhum desses pontos me fez desgostar  muito da história. Da metade pro fim do livro, surge um mistério colocado pela autora de uma forma bem intrigante o que faz com que o foco de Kira e Felipe saia do e dá uma certa tranquilidade pois notei muitos sentimentos repetitivos entre eles. Esse suspense inserido no final, é um ponto mais pro livro que deixa a história terminar de uma forma mais branda e suave.

Sonhei que amava você é uma ótima leitura, além de ser incrivelmente bem produzido. Capa, diagramação e a história em si não decepcionam. Um livro fofo que te faz pensar em coisas super tocantes e suspirar pelo seus sonhos. Um romance delicado que foi bem desenvolvido e escrito com os elementos certos de romance transparecendo leveza e delicadeza. Se você curte romances água com açúcar e romance fofos com certeza vai gostar desse livro. Recomendo a leitura demais.




Ele estava vivo nos meus sonhos. E que sonhos! Mas era pouco. Eu queria ele na minha vida. Uma história cativante e inesquecível, cheia de mistérios e perguntas a serem respondidas. Pode um grande amor existir somente enquanto sonhamos? Kira, aos 22 anos, está apaixonada, vivendo um momento único de amadurecimento pessoal e profissional. Quem é o sedutor garoto que transforma suas noites em poesia e êxtase? Mas, apesar do maravilhoso momento que está vivendo, a garota terá que enfrentar obstáculos e barreiras. Mas sabe que a vida reserva o melhor para o final. Um convite para dar asas à imaginação e aquecer o coração.





"- Eu também sinto como se quisesse saber mais de você, estar do seu lado, falar meus verdadeiros desejos e me entregar, mesmo correndo risco.
 - Posso garantir, você não correrá nenhum risco comigo, Kira. Eu é que posso não sair vivo disso."
"Honestamente, nunca fui de alimentar problema, pelo contrário, sempre amei me renovar em doses sinceras, não ficar supervalorizando nada além dos bons momentos."
"- O fato de eu ter te contado que estou apaixonada pelo seu irmão não te dá o direito de vir com  uma complicação ainda maior,  me contando sobre encontrar um homem nos sonhos e eu achar a cena normal. Kira, aviso desde já, não vou achar isso basiquinho."

Eu assisti: A Cabana



Filme: A Cabana
Título Original: The Shack
Lançamento: 6 de Abril de 2017
Duração:  2 horas e 13 minutos
Gênero:Drama
Nota: 3 de 5
Obs: Baseado no livro de mesmo nome de William P Young publicado aqui no Brasil

Acredito que todo mundo deva conhecer o livro em que esse filme foi baseado, já que na época que foi lançado o mesmo se tornou um fenômeno. É isso mesmo. O livro vendia muito, e não saia da lista de best sellers e isso continuou por muito tempo. Foi uma verdadeira febre. Todo mundo tinha, queria ou leu emprestado. No total, foram mais de 18 milhões de cópias vendidas pelo mundo e não é a toa que uma adaptação foi fechada algum tempo depois para acontecer devido ao grande sucesso. Eu lembro de ter lido A Cabana há um bom tempo e de ter me emocionado bastante. Hoje, exatamente não me lembro de muitos detalhes da história então a minha opinião sobre o longa serás somente baseada no que vi do filme. Acredito que você que está lendo essa crítica agora saiba muito bem do que se trata o filme, mas vamos lá dar um breve resumo né? Um homem que sofreu na infância agora tem uma bela família e é bem feliz. No entanto, durante uma viagem com a família e um acidente com uma das filhas, ele nota o sumiço de Missy sua filha mais nova. A polícia investiga o caso, e acaba encontrando uma cabana com vestígios de que a criança foi violentada e assassinada. O cara fica inconsolável e não consegue aceitar o fato de que perdeu sua filha. Enquanto se perde em sua dor, se afasta de sua família e vive como um zumbi ele recebe um bilhete misterioso pedindo que encontre alguém na mesma cabana das montanhas. Apesar de achar uma loucura, e acreditar por um momento que estivessem zombando dele o cara vai até lá e tem uma experiência completamente única. Ele precisa aprender a deixar a dor pra trás, cuidar de sua família e principalmente perdoar. 

Há algumas coisas nesse longa que me incomodaram um pouco. Primeiro que estamos falando de uma história que se inicia de uma tragédia. A menininha super fofa é sequestrada e assassinada. O mínimo que se poderia sentir do filme já logo no começo seria o foco da dor do pai, Mackenzie com a perda da filha mais nova e os acontecimentos que ocorrem, mas as coisas ficaram muito mornas e confusas. O Sam Worthington que interpreta o Mackenzie foi muito ruim no papel. Tipo muito ruim mesmo. Ele fica apático, não demonstra as emoções reais de um pai que perdeu a filha e sua atuação fica muito abaixo da média. Não vou falar do trabalho do ator em outros longas, mas o fato é que aqui o cara não conseguiu convencer e isso deixou o filme cair bastante na qualidade já que o mesmo gira em torno do pai que aprende lições de vida depois da morte da menina. 

Eu não consegui me comover com ele em nenhum momento e isso foi bem ruim. O erro já começa na escalação dele pra esse papel, o pessoal que cuida disso deveria ter olhado com mais atenção porque dá pra sentir a limitação do ator em demonstrar emoções mais fortes como a dor que o papel exigia. Enfim, a história flui de uma maneira normal e como é de se esperar foca no gênero da religião, nas dúvidas que temos com relação a Deus, a fé, o amor e o perdão.  É nítido quando se assiste ao filme perceber o que mesmo quer passar e se você for do tipo que se emociona ou se envolve muito com sua religião com certeza esse filme não passará em branco pra você. Ele cumpre seu papel. Ele é sutil, leve e as cenas são bem elaboradas dentro da proposta que é o filme. 

Independente da sua religião, A Cabana consegue te fazer parar pra refletir e pensar em certas coisas que você com certeza não pensa com muita frequência. O filme funciona e apesar de ter mais de 120 minutos, o longa corre de uma forma normal e tem um desenvolvimento bacana sem confusões muito grandes, ganchos mal colocados ou finais incompletos.  É uma jornada de espiritualidade onde  se busca a paz interior deixando a dor e a mágoa de lado, podemos trabalhar a paciência e a calma assim como o filme aborda.  Um dos elementos mais comentados do filme foi a escalação de Octavia Spencer, uma atriz muito boa que já foi indicada ao Oscar para interpretar Deus. Muita gente ficou falando que era um absurdo ela interpretar, outros disseram que Deus é homem, outros disseram que escolheram ela por causa de sua cor de pele e muitos outros comentários. Deixando isso de lado, a mulher é fantástica. Ela é muito boa no que faz e a serenidade e leveza que o papel precisava com certeza ela trouxe. 

Eu consegui crer naquilo que o filme me passava, que Deus era uma mulher porque no momento era o que Mackenzie precisava. Deus é tudo pra mim, e acredito que é isso que foi passado no filme. Ele pode ser homem e mulher depende do contexto. Isso é provado quando quase no fim do filme, o mesmo o acompanha até o lugar onde está o corpo de Missy e ai já não é mais Octavia que representa e sim um outro ator que representa como homem já que naquele momento Mackenzie precisa de um pai. E é assim que o filme vai se desenvolvendo, tocando em questões interessantes, te fazendo refletir acima de tudo e não se aprofundando nem ofendendo nenhum tipo de religião. Apesar de algumas coisinhas que me incomodaram é um filme lindo, tocante E QUE SIM DERRUBOU LÁGRIMAS MINHAS. Ah, e tem até umas partes cômicas em algumas cenas e que eu achei muito bem colocadas. Recomendo que assistam e se deixem tocar pela mensagem, pela leveza e pela sensibilidade do mesmo.








Um homem vive atormentado após perder a sua filha mais nova, cujo corpo nunca foi encontrado, mas sinais de que ela teria sido violentada e assassinada são encontrados em uma cabana nas montanhas. Anos depois da tragédia, ele recebe um chamado misterioso para retornar a esse local, onde ele vai receber uma lição de vida.



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