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#Melhor Álbum: I dont believe weve met de Danielle Bradberry



Álbum : I dont Believe weve met
Artista: Danielle Bradbery
Lançamento: Dezembro de 2017
Faixas: 10
Gravadora: Big Machine Records
Nota: 5 de 5

Eu não tenho palavras pra descrever pra vocês o tanto que esse álbum é maravilhoso. Sério. Eu já perdi as contas de quantas vezes ouvi ele inteiro. E é muito difícil acontecer isso comigo, com relação a um álbum pois, acabo gostando de algumas músicas e outras não. Mas, aqui a situação é contrária. Todas as músicas são EXCEPCIONAIS sem contar as letras que me fizeram chorar e pensar muito na vida. Sabe aquele álbum que te toca de verdade? Com a mensagem que quer passar? Esse é o caso desse álbum. Já falei da Danielle por aqui na indicação de música. A cantora venceu a quarta temporada do THE VOICE USA e desde então eu me apaixonei. Mas, esse álbum é diferente do primeiro que é mais uma pegada country. Aqui, Danielle co-compõe algumas músicas e conta sua história nas 10 músicas em um tipo de jornada pessoas de suas relações.  Desse álbum foram extraídos alguns singles oficiais, mas pra mim todas as músicas poderiam ser single. Esse álbum pra mim, mostra a Danielle se encontrando no tipo de som que ela quer fazer. Bem no estilo, Taylor Swift com um pop romantico e letras profundas que tocam seu coração( principalmente se estiver sofrendo) a cantora entrega um álbum cheio de sentimentos, desejos com uma voz linda e uma potencialidade vocal impressionante que chega a causar arrepios como em "Messy". É um dos meus álbuns preferidos da vida e a Danielle subiu degraus no meu conceito com relação a sua carreira. Eu vou acompanhar de perto, e quero sucesso mundial pra ela. Todos merecem ouvir esse álbum, essas músicas. Essa voz. É incrível.














Álbum para Ouvir: Manu

Álbum: Manu (2017)
Artista: Manu Gavassi
Lançamento: Abril de 2017
Faixas: 12
Gênero: Pop Nacional
Gravadora: Universal Music
Nota: 4 de 5

Pode ser que você não conheça a Manu por ela não ter estar totalmente presente nas mídias, mas se você acompanhou a época da Capricho( revista teen) de colírios e outras coisas com certeza vai se lembrar dela. A menina super novinha, de cabelo escuro, voz doce e umas letras que a gente se identificava pra caramba. Lá em 2010, a Manu Gavassi se lançava e era conhecida por muitos adolescentes e ela teve apoio total da Capricho que a fez um ídolo teen rapidamente pelas letras de músicas que descreviam garotos complicados, desilusões e outras coisas do mundo adolescente. O resultado do talento dela foi um álbum lançado no mesmo ano que a fez ficar ainda mais conhecida e conquistar muitos fãs. Logo depois veio Clichê Adolescente em 2013, e o EP Vício em 2016. 

Agora em 2017 Manu quer mostrar um trabalho diferente e bem mais maduro. Em uma nova gravadora, a cantora de 24 anos mostra que cresceu e aprendeu muito sendo que o reflexo disso está nas faixas desse novo álbum. A primeira música Hipnose que foi lançada já mostra uma sonoridade diferente do pop romântico, teen e calminho que a fizeram ser adorada. A cantora quer mostrar nesse álbum que não mais é uma menina, e sim uma mulher e com isso levou mais de um ano e meio trabalhando em cima da produção do mesmo. Quando você começa a escuta o álbum desde a primeira faixa nota a diferença de sonoridade com relação aos álbuns anteriores. As faixas foram muito bem produzidas e a condução do disco também está em um ritmo diferente. As letras que nos fazem pensar e refletem alguns momentos da vida e de relacionamentos que passamos continuam lá e acredito que façam parte da Manu. Ela quer tocar as pessoas de alguma forma, faze-las sentir algo e ela consegue isso com suas letras. Com músicas que variam do reggaeton até as mais calminhas e fofas como " Antes do fim" e " Fora do Foco", o álbum definitivamente é muito gostoso de ouvir. Essa Manu está em busca de sua identidade musical e acredito que está em busca de quem é como pessoa também.

 É muito bom ver o amadurecimento refletido nessas faixas, porque se nota que as fases da vida da cantora refletem em seus discos, como os primeiros que foram mais teen e agora com o EP e esse novo álbum que mostram que a Manu não é mais uma garotinha teen e sim uma mulher, uma cantora com grandes qualidades, muito talento e um álbum pop bem produzido. Não é aquele pop dançante, aquele pop pra rebolar ou se jogar na balada como Ludmilla, Anitta e outras cantoras estão fazendo mas é um álbum bem gostoso de ouvir em um dia chuvoso, quando se quer escutar algo mais leve ou quando apenas quer libertar sua mente. O álbum definitivamente é uma tentativa de encontrar seu som mesclando sonoridades, batidas e ritmos diferentes alternados em 12 faixas sem deixar a essência das letras reflexivas de lado. Um álbum muito bom e muito bem produzido. Meu favorito da Manu e que eu já favoritei ao menos 5 músicas. A capa pode te lembrar a Selena Gomez e você está mais do que certo, já que Manu admitiu ter se inspirado na capa de Revival  para a do seu álbum. Apenas ouça o disco. Vale muito pena conhecer o amadurecimento e a busca de encontrar seu lugar no pop nacional da Manu. 










Álbum para Ouvir: Starboy do The Weeknd

Álbum: Starboy
Artista: The Weeknd
Lançamento: Novembro de 2016
Gravadora: Republic Records
Gênero: R&B
Singles: Starboy, I feel it coming, Party Monster 
Nota: 5 de 5

Ah que álbum maravilhoso e delicioso! Escutei esse álbum com um sorriso no rosto TODO O TEMPO. A sonoridade, as letras, a melodia, a voz e todo o conjunto me fizeram suspirar e ter várias ideias pra vários textos românticos só ouvindo as músicas desse álbum. Que sonoridade gostosa. Eu conheço o trabalho do The Weeknd há pouco tempo e comecei a gostar das músicas depois da música feita para a trilha sonora de de 50 tons( me julguem). Depois disso, acabei escutando outras músicas e gostando ainda mais. Confesso que quando o primeiro single desse álbum saiu, ele não me encantou tanto como as outras músicas. Mas foi só parar pra ouvir esse disco que minha opinião mudou totalmente. 

Eu me identifiquei com a maioria das músicas e sonoridade me pegou tão forte que eu fiquei bastante surpresa. Coloquei várias faixas do álbum como favoritas e quando posso repito muitas delas diversas vezes. O timbre do canto já ajuda muito, a voz é doce, agradável de ouvir e tem um som bem parecido com o do Bruno Mars. Falando no Bruno, o clima das canções e as letras me lembraram bastante o cantor que investe em músicas mais lentas, com toque mais apaixonante e algumas um pouco dançantes. É evidente o bom trabalho de produção investido nesse projeto quando se ouve as faixas apresentadas. As faixas viajam por várias sonoridades e vibrações fazendo com que as canções possam ser tocadas em alto e bom som em festas e em qualquer celular. A parte romântica e sexy das canções pode ser notada em faixas como " True Colors( uma das minhas favoritas) " e " A lonely nigh" que encantam e te fazem passear por momentos dentro da sua mente. Não posso dizer muito mais desse álbum, só te resta ouvir pra tirar as mesmas conclusões que a minha. É bem óbvio que o cantor tem se evidenciado nos últimos tempos fazendo com esteja ainda mais nas paradas e presente em diversas premiações. Esse é um daqueles álbuns maravilhosos que você agradece por ter sido produzido.









#EuOuvi: Glory Days do Little Mix


Álbum: Glory Days
Artista: Little Mix
Lançamento: Novembro de 2016
Gravadora: Syco/Columbia
Nota: 5 de 5
Singles: Shout out to my ex, Touch e No more sad songs

Glory Days é quarto álbum de estúdio da girlband Little Mix e o meu preferido de todos. O primeiro single das garotas já fez um sucesso enorme dando a elas a primeira posição na parada musical britânica. Quando finalmente pude parar pra ouvir o álbum me surpreendi, os som das meninas está muito mais bacana, mais pop e dançante de uma forma que eu gostei muito. Glory Days me empolgou do começo ao fim e me fez comparar com os álbuns anteriores das meninas que tinha um pop mais grudento e não tão dançante fugindo apenas de algumas músicas.Ouvindo as 15 músicas do disco deluxe temos a certeza de que muitas ou quase todas funcionam para qualquer situação. É possível viajar na sonoridade das canções, nas atidas, nas letras e até dançar sozinha. O quarteto é muito talentoso e funciona mais do que bem como uma girlband, mas especificamente esse disco me agradou bem, bem mais que os outros. Muitos singles me fizeram gostar ainda mais meninas como Touch, Shout out to my ex e No more sad songs. Glory Days reforça o talento, o trabalho e as faixa muito bem produzidas das meninas que apresentam um trabalho dançante com um pop conhecido e que faz sucesso da maioria das músicas que estão nos chats atualmente. Recomendo para os fãs da girlband e pra quem quer dançar, pensar, viajar nas canções e também se divertir ouvindo. Recomendo muito.









Eu Ouvi: A Danada Sou Eu da Ludmilla

Álbum: A Danada Sou Eu
Artista: Ludmilla
Lançamento: Outubro de 2016
Gravadora: Warner Music
Singles: BOM, A Danada sou Eu
Nota: 4 de 5

Quando a Ludmilla estourou no cenário musical com seu single " Hoje" aposto que muitas pessoas pensaram que a moça de 21 anos seria somente uma cantora de um sucesso. Mas ai vieram mais músicas, mais trabalhos e seu nome começou a ser notado no espaço musical. E olha só o segundo álbum da cantora ai no mercado. " A Danada sou Eu" é um tiro certo pra mostrar para todo mundo que duvidava que a cantora quer permanecer no cenário e é claro marcar sua identidade. Com a Anitta em ascensão fazendo um bom trabalho, Ludmilla tinha o desafio de trazer músicas tão bacanas quanto Anitta e se manter no páreo não só com um ou dois singles de sucesso. O cenário pop do país foi dominado pelo funk melody misturado com um pop dançante e com esse álbum a cantora conseguiu um trabalho BEM MELHOR do que seu álbum de estreia.

Enquanto " Hoje" apostava no funk bem mais explícito nas batidas, o segundo álbum passeia por várias batidas ainda predominando no melody gostosinho com sonoridades gostosas de ouvir, dançar e viajar também. Dá pra sentir que o álbum ficou mais apresentável do que o primeiro e isso se confirma com o primeiro single " Bom" que traz uma sonoridade lenta, sensual e uma letra chiclete que te deixa com ela na cabeça. Um tiro certo pra primeiro single. Depois vamos de " Sou eu" uma música mais dançante com altas pegadas de funk. 

Mas o álbum é recheado de músicas bacanas e com batidas bem gostosas que facilmente podem ser tocadas em qualquer festa eclética de gostos. Com participações do cantor Jeremiah, do Gusttavo Lima e do Filipe Ret as faixas passeiam em batidões, letras de sedução e poder. O ponto alto do disco é a diferenciação das sonoridades, sendo que até quem nem curte tanto Ludmilla pode gostar de alguma faixa, afinal em muitas delas até é impossível ficar paradinho no lugar viu? Baladinhas gostosas, batidas de funk, sonoridade dançante e romântica. Um álbum pra curtir. Vale lembrar que além de ser da mesma gravadora de Anitta, o álbum também teve os mesmos compositores e produtores do álbum " Bang" de Anitta e as duas também cantam o mesmo estilo de música apesar de terem suas peculiaridades. Sinto a Ludmilla mais amadurecida e poderosa. 











 


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