Resenha de Livro: 10 coisas que nós fizemos ( e provavelmente não deveriamos)

Livro: 10 coisas que nós fizemos ( e provavelmente não deveríamos)
Autora: Sarah Mlynowski
Ano: 2013
Editora: Record
Páginas: 336
Nota: 5 de 5

Já tinha um tempo que eu queria tipo MUITO ler esse livro. E há algumas semanas atrás eu finalmente consegui. E olha, que leitura gostosa. Esse livro me surpreendeu por se mostrar mais bacana do que achei que seria. A leitura flui de uma forma tão leve e gostosa, os capítulos são divertidos e a autora em nenhum momento enrola ou entendia o leitor. Calma, essa história não é revolucionária, nem vai mudar sua vida porém é tão gostosa que você fica com um sorriso no rosto depois que a leitura acaba. Aliás, eu dei muitos sorrisos durante os capítulos. Mais um ponto positivo pro livro. 

A história gira em torno de April uma garota de 16 anos que teve sua vida transformada quando seus pais se separaram e sua mãe se mudou para a França. Ela teve a opção de ficar, mas acaba passando algum tempo depois pela mesma situação quando seu pai informa que eles se mudarão devido a uma proposta de emprego. April se chateia e de jeito nenhum quer largar sua escola, seus amigos, e seu namorado Noah. Então surge a ideia brilhante que dá pontos chaves para o desenvolvimento do livro. April tem a super ideia de sugerir ao pai que em vez de se mudar, ela more com sua melhor amiga Vi.  Mas como nada é assim tão fácil e para conseguir o que quer ela esconde um pequeno detalhe de seu pai: a mãe de sua amiga estará fora da cidade pelo semestre inteiro e seu pai não pode saber disso. A solução: Se passar pela mãe da amiga em um email falsificado e convencer o pai de que estaria bem com sua amiga. Convencido, o mesmo se muda e então April vai morar com Vi. O problema começa ai. As duas estão sozinhas, com a casa só pra elas e pra fazerem o que quiserem. Que adolescente não sonha com isso? E é dai que saem as coisas e tudo fica fora do controle até April conseguir controlar tudo e perceber que as coisas não são tão facéis como parecem.

Com uma conta bancária, um carro e emails falsos ela e a amiga fazem 10 coisas listadas como coisas que não deveriam ter feito. E é assim que os capítulo são divididos. Por essa lista de coisas que elas não deveriam ter feito. Com direito a subtítulos engraçados, a narrativa é gostosa, leve e brilhante por se tratar de uma história normal em que a autora consegue prender o leitor. A autora consegue brilhantemente manter o ritmo da história com capítulos rápidos e bem desenvolvidos. É uma complicação atrás da outra na vida April com sua amiga até que seu pai avisa que vai aparecer bem no dia que ela deu uma super festa. E agora? A autora passeia com o leitor pela história da personagem dentro do universo jovem sem parecer bobo demais. É muito fácil gostar da protagonista e acho muito dificil você ai não gostar desse livro. As páginas passam rápido, uma leitura light, engraçada, despretensiosa e fofa. Se você quer se curar de uma ressaca literária esse livro é perfeito pra isso. A opção ideal pra sorrir e aliviar a cabeça. Ah, mais um ponto pra ler o livro, tem depoimento da Sara Shepard ( AUTORA DE PLL NA CAPA) e essa capa parecida com o SHH  de PLL. RECOMENDADO PRA CARAMBA. Recomendado.







Se tivesse a oportunidade, que adolescente de 16 anos não mergulharia de cabeça na chance de ir morar com um amigo e viver sem os pais? Nesta engraçadíssima história, Sarah Mlynowski investiga o coração e a mente de uma garota que está, pela primeira vez, por conta própria. Para chegar ao fim do ano, ela precisará fazer malabarismos com um triângulo amoroso, aprender a lavar roupa e aceitar que seu mundinho pode estar prestes a ser detonado… por cada coisa que não deveria ter feito.



Dois garotos seminus na sala de estar. Um usando uma tiara.

Mais garotos seminus nos quartos.

Garrafas vazias de bebida alcoólica e copos jogados.
E a mãe de Vi em lugar nenhum.
Eu era uma princesa morta. p. 10


Pus a chave na ignição e virei. E virei de novo.

Nada.

Mais uma vez para dar sorte.
Ainda nada.
Aah! Bati a cabeça no volante. (...) Qual era o meu problema? Como conseguiria me virar sozinha se não dava conta nem de ligar a lava-louça ou o meu carro? página 74


"Acordei sobressaltada. Uma sirene.
A polícia estava do lado de fora da casa, pronta para me prender por dar uma festa com bebidas alcoólicas para menores de idade, por flertar excessivamente e pela superlotação da banheira de hidromassagem.
Calma aí.
Meu cérebro iniciou. Não, não é a polícia. É só meu celular - o toque de papai.
O que é ainda pior."



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