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Filme: O Mínimo para Viver


Filme: O Mínimo para Viver
Título Original: To The Bone
Gênero: Drama
Duração: 1 hora e 47 minutos
Distribuidor: Netflix
Nota: 4 de 5

Antes mesmo desse filme sair algumas imagens foram divulgadas pela atriz Lilly Collins e sua transformação para o papel surpreendeu muitas pessoas. Apesar de saber que se tratava de problemas alimentares, o filme ainda não tinha sido lançado e a magreza extrema da atriz preocupou algumas pessoas. Depois disso claro que eu tive um interesse grande sobre o mesmo e assim que ele ficou disponível corri pra assistir. A história gira em torno de Ellen, uma garota completamente obcecada com que come e o número de calorias que os alimentos tem. A garota tem uma família complicada com um pai que nunca está presente, uma madrasta implicante, uma mãe ausente que trocou o pai dela por uma mulher e seu único apoio é sua irmã por parte de pai. Apesar disso, Ellen não consegue parar. Apesar de fazer diversos tratamentos a garota vive obcecada com seu peso e sua imagem, se colocando em perigo com desmaios repentinos e idas ao hospital. Sua madrasta então sugere um tratamento alternativo com um médico diferente em que a mesma fica confinada em uma casa com outras pessoas que passam pelo mesmo problema. Apesar de ficar relutante no começo, a jovem aceita e demora pra entender o real motivo daquelas pessoas por trás dos seus mesmos motivos. A jovem vai se envolvendo cada vez mais e precisa de um baque profundo pra perceber porque não pode parar com essa obsessão, qual o motivo dessa pressão que sente e é claro encontrar uma razão para continuar viva.





O filme é bem direto e já vai ao ponto em quer falar: problemas alimentares. Isso é explícito desde o começo e é um ponto bacana já que não é algo recorrente durante o mesmo e sim o foco. É muito difícil assistir um filme que fale sobre temas mais complexos como esse. Eu curti muito o jeito que o filme foi desenvolvido e a atmosfera em que foi montado pois explora vários pontos quando se trata de anorexia e bulimia. Para uma pessoa normal é difícil entender o que sente uma pessoa que passa por esse problema e a personagem da Lilly Collins tenta fazer com quem está assistindo que entenda um pouco isso. As pessoas costumam procurar motivos e fazer suposições sobre o porque da outra pessoa estar fazendo aquilo ou passando por aquilo, mas a verdade é que as vezes nem mesmo a própria pessoa entende o motivo. Ela no fundo sabe, mas não quer admitir pra si mesma. É mais fácil se render e isso é MUITO visível na personagem da Lilly Collins que faz um excelente trabalho de atuação isso sem mencionar todo seu esforço para caracterizar como se devia a personagem. Em algumas imagens os ossos são totalmente a mostra e causam até um arrepio. 

Algumas partes do filme chegam a ser chocantes e tristes mas são momentos necessários que as pessoas precisam ver sabe? É legal acompanhar a transformação, a transição e a mudança de pensamento da personagem e como ela precisa descobrir sozinha um motivo para continuar lutando. É um filme que não é previsível, tem drama mas não abusa muito disso já que explora outros ganchos em cima do tema principal. É um filme que se desenvolve bem, tem atuações boas e trata de um assunto que precisa de muita atenção toda vez que é mencionado. Eu não sei dizer se gostei ou não do final, mas acho que o mesmo foi compatível com a atmosfera do filme e como ele foi desenrolando. Recomendo de olhos fechados. Uma bela atuação de Lilly Collins que me surpreendeu na pele e na caracterização da personagem. Vários pontos bacanas de se ver e de se pensar e é claro uma reflexão sobre pessoas que sofrem com tipos de problemas que não entendemos mas que temos que prestar atenção.




Uma jovem (Lily Collins) está lidando com um problema que afeta muitos jovens no mundo: a anorexia. Sem perspectivas de se livrar da doença e ter uma vida feliz e saudável, a moça passa os dias sem esperança. Porém, quando ela encontra um médico (Keanu Reeves) não convencional que a desafia a enfrentar sua condição e abraçar a vida, tudo pode mudar.



#Cinema: Simplesmente Acontece


Filme: Simplesmente Acontece
Título Original: Love, Rosie
Gênero: Romance/ Comédia Romantica
Duração: 1h 42 minutos
Nota: 3 de 5

Sim, eu já assisti Simplesmente Acontece. O filme baseado no livro de Cecelia Ahern ( autora de PS Eu te Amo) estava causando muitas expectativas. Apesar de adorar PS EU TE AMO fiquei muito em dúvida se essa obra conseguiria ser tão boa quanto o primeiro livro de sucesso da autora. Não li o livro ainda e não pretendo obte-lo tão breve. Agora voltando ao filme, vou falar que estava muito pé atrás com a escolha de Sam Claffin para o papel principal. Não sei se no começo conseguia enxergar o suficiente para interpretar um papel romantico em um filme desses. Acontece que Sam me surpreendeu. Adorei ve-lo em um papel de um roteiro romantico e de sua atuação. Quantoa  Lily Collins nada a  reclamar. A garota é muito boa. É delicada na atuação, no jeito de falar, no modo como interpreta  a personagem e ainda tem todo um lado simpatizante que te faz gostar da personagem. Simplesmente Acontece não tem nada de irreverente, nada de muito original diferente dos filmes de romance normais. Em muitas cenas o longa me lembrou muito o filme " Um dia" também baseado em um livro. 




O filme começa muito bem e de uma forma bem agradável, a personagem Rosie é cativante e Alex um fofo e um ótimo amigo. Com quase 2 horas de longa, senti que as cenas se passaram muito rápido, o roteiro criado pra história não se desenvolveu muito bem já que em questão de minutos tudo mudava sabe? As vezes eu tinha que me esforçar para entender o que estava acontecendo durante as cenas. Eles são amigos, fazem planos juntos e obviamente desde o começo do longa é perceptível que são apaixonados um pelo outro. Mas se admitissem logo de cara qual seria o ponto do filme? Eles não assumem e deixam várias outras coisas inesperadas e sem pensar acontecerem o que faz com que eles se afastem por um tempo. O roteiro que em vez de trabalhar em outros pontos da história dos dois trabalhou em justificativas para separá-los. No final do filme quando o desenrolar finalmente é concluído não há um motivo tão sólido e convincente para que os dois tenham ficado separados e sem admitir o que sentiam. Eu apostaria em outros pontos que pudessem trabalhar melhor o longa. Os obstáculos colocados para os dois personagens são explicáveis mas muito óbvios. 




O filme basicamente explora a amizade dos personagens e os rumos tomados por suas vidas baseados em suas decisões. Com suas cenas fofas e até emocionantes ele conseguiu até que me conquistar mas não o suficiente para entrar na minha lista de queridinhos e nem de melhor filme. Achei tudo muito prevísivel e em alguns momentos muito forçados para que algum drama acontecesse e desenrolasse até o final. O filme se prolongou por quase 120 minutos e não teve nada que pudesse ser bem explorado. Não sei se o longa é totalmente fiel ao livro, mas baseado no filme não sinto vontade de ler a obra logo. O filme é fofinho, a química entre os atores é boa porém algum ponto desejou a desejar e deixou de ser trabalhado. Poderia ter sido um filme muito melhor do que foi apresentado e minhas expectativas que já não eram tão altas se mantiveram na média. Dá pra assistir o filme em uma tarde calma mas não vá com altas expectativas de ser um filme SUPER APAIXONANTE. Simplesmente Acontece é fofinho, agrada e tem seus momentos emocionantes mas não é um daqueles filmes marcantes.



Os jovens britânicos Rosie (Lily Collins) e Alex (Sam Claflin) são amigos inseparáveis desde a infância, experimentando juntos as dificuldades amorosas, familiares e escolares. Embora exista uma atração entre eles, os dois mantêm a amizade acima de tudo. Um dia, Alex decide aceitar um convite para estudar medicina em Harvard, nos Estados Unidos. A distância entre eles faz com que nasçam os primeiros segredos, enquanto cada um encontra outros namorados e namoradas. Mas o destino continua atraindo Rosie e Alex um ao outro.




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