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Eu assisti: Mãe!

Filme: Mãe!
Título Original: Mother!
Duração: 2 horas e 2 minutos
Gênero: Suspense, Drama
Lançamento: Setembro de 2017
Distribuidora: Paramount Pictures
Nota: 4 de 5
Do mesmo diretor de Cisne Negro

Minha primeira reação ao assistir ao trailer desse filme foi um enorme ponto de interrogação. Primeiro, porque eu não sabia do que se tratava. Não sabia se o filme iria mais pro lado do suspense ou do drama e não notei no que realmente o longa iria se aprofundar. Então, depois de um certo tempo lá fui eu assistir ao longa e minha reação de metade do filme pro fim foi um emoji de boca aberta. Que filme confuso e cheio de interpretações. Mas antes de eu me aprofundar nas considerações desse filme vamos falar da sinopse né? Um casal vive em uma mansão enorme em que a jovem tenta reconstruir por si só para agradar o marido, já que essa mesma casa sofreu um incêndio algum tempo atrás. O marido, muito mais velho que ela sofre de uma terrível falta de inspiração para escrever poemas que o tornaram um escritor famoso. A vida do casal que era tranquila começa a ser perturbada quando um homem aparece em sua porta e o marido o convida para ficar em casa mesmo contra vontade de sua mulher. Logo depois, mais pessoas aparecem e o que parecia ser algo comum se torna algo incontrolável. Logo, a vida dessa mulher se tornará um inferno e as coisas acontecerão de um modo bem louco. É assim que eu consigo resumir esse filme.

Conforme eu fui assistindo o longa, confesso que fui tentando ao máximo entender o que estava acontecendo e até certo ponto eu não consegui nem mesmo quando o mesmo terminou. Sabe quando você fica com um nó na cabeça e completamente desnorteada apenas pensando" que raios é esse filme?" então é isso que eu pensei. A mesma sensação que tive quando assisti Cisne Negro em que eu não entendia a maior parte do filme, mas mesmo assim estava ali com os olhos grudados na tela e a boca aberta. Esse filme tem uma complexidade enorme e se você assisti-lo e não entender a mensagem por trás você não é a única pessoa. Mesmo com as explicações plausíveis, o longa remete a ideias, associações e inspirações que podem ser interpretadas de maneiras completamente diferentes dependendo da pessoa. Não preciso falar muito da atuação da Jennifer Lawrence. A mulher é extremamente talentosa e dá tudo aquilo que a personagem precisa. A complexidade certa, a interpretação certa. O roteiro se desenvolve de uma forma muito inteligente e o jeito que o filme é conduzido leva a crer que vai seguir por um caminho e dai vemos que não é nada daquilo. As coisas começam a ficar bem loucas e ai você fica ali tentando se esforçar pra entender.

 Em certos pontos do filme fica notável a submissão da personagem de Jennifer com relação a seu marido. Que não a ouve, não dá a mínima atenção pra ela e ai quando ela faz algo extremo tenta recupera-la de volta para seu lado. O cara simplesmente não dava a mínima pra mulher que estava ali restaurando uma casa pro gosto dele, cuidando de tudo pro gosto dele, compreendendo e respeitando ele todo o tempo e mesmo assim não sendo respeitada. Sinceramente eu pensei, o que ela está vendo nele? E ai conforme o filme vai desenrolando e os elementos são apresentados você vai percebendo ou ficando ainda mais complexo com o que é apresentado. O fato é que esse filme é bem profundo,bizarro e toca em assuntos delicados camuflados por uma história com a percepção mudada de pessoa pra pessoa. É um filme pra se refletir, pensar e filosofar sobre o que tem por trás. É gostoso assistir algo que te dá um nó na cabeça e te faz querer saber o que significa sabe? O filme é bem dirigido, bem roteirizado e muito ousado em sua abordagem. As atuações são extremamente bem executadas e quando você for pesquisar o que tem por trás do mesmo( acredite isso vai acontecer) algumas dúvidas serão tiradas e outras nascerão. Inevitável. Um filme bem discutível mas que é extremamente necessário também. Recomendo muito





Um casal vive em um imenso casarão no campo. Enquanto a jovem esposa (Jennifer Lawrence) passa os dias restaurando o lugar, afetado por um incêndio no passado, o marido mais velho (Javier Bardem) tenta desesperadamente recuperar a inspiração para voltar a escrever os poemas que o tornaram famoso. Os dias pacíficos se transformam com a chegada de uma série de visitantes que se impõem à rotina do casal e escondem suas verdadeiras intenções

Filme : Jogos Vorazes


Já estava há muito tempo querendo assistir esse filme, e finalmente consegui baixá-lo e assisti -lo. Tenho ouvido muitas críticas positivas sobre esse filme além dos livros nos quais eles são baseados. E só posso concordar com tudo que já ouvi por aqui. Sabe aquele filme que começa inofensivamente e consegue te prender conforme as cenas vão avançando? Sim, esse é o caso de Jogos Vorazes. Não tive como não torcer para a Katniss.

Queria muito que ela ganhasse. Aliás, a Jennifer Lawrance tem me surpreendido muito como atriz, apesar de ser extremamente jovem. Ela é muito talentosa e tem se tornado uma das minhas atrizes favoritas. Fiquei um pouco desapontada com relação as aparições do Liam, antes de assistir o filme, em questão dos cartais anunciando sempre achei que o personagem do Liam fosse um dos participantes, porém não era. E ele aparece muito pouco depois que os participantes do distrito são escolhidos. Muitos compararam Jogos Vorazes com a Seleção da autora Kiera Cass. Porém apesar de ter um características semelhantes, acho que se trata de enredos e temas completamente diferentes. Me emocionei muito com esse filme, e com certeza torci muito para Katniss permanecesse viva até o final do jogo. Não tenho o que reclamar de Jogos Vorazes, só recomendar e aguardar pelo próximo filme " Em chamas". E se você não viu ainda, já está mais do que na hora.



Num futuro distante, boa parte da população é controlada por um regime totalitário, que relembra esse domínio realizando um evento anual - e mortal - entre os 12 distritos sob sua tutela. Para salvar sua irmã caçula, a jovem Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) se oferece como voluntária para representar seu distrito na competição e acaba contando , com a companhia de Peeta Melark (Josh Hutcherson), desafiando não só o sistema dominante, mas também a força dos outros oponentes.



Filme : O lado bom da vida


Obviamente que eu fiquei com muita vontade de assistir esse filme. Não só por ser um filme que foi muito comentado, e teve várias indicações ao Oscar, mas sim por ter ouvido críticas muito positivas com relação ao filme e também ao livro no qual ele é baseado. Então semana passada, acabei baixando o filme e assistindo. Primeira impressão? Quando o filme começou, achei ele um pouco entediante. Um pouco? muito entediante. Os distúrbios de humor de Pat depois de ter saído de um sanatório são realmente muito doidos. O que fez com que o filme ficasse muito mais interessante pra mim a partir desse momento.



Depois de perder tudo, casamento e emprego, após encontrar sua mulher traindo ele com um professor no chuveiro, Pat acabou indo para o sanatório após assustar as pessoas com seu comportamento agressivo. Disposto a passar por cima de tudo, e reconquistar o que perdeu, ele sai do sanatório e vai morar com seus pais. Após ser convidado por um amigo para jantar ele acaba conhecendo Tiffany, uma mulher viúva, e também com sérios problemas mentais. Após alguns momentos eles acabam se encontrando mais do que deveria e ai as coisas começam a mudar. Confesso que dei algumas risadas no filme, com as atitudes histéricas de Tiff e Pat, das loucuras envolvidas. Mas também me surpreendi com o modo que os dois se completam de uma forma tão forte. 

E como Pat acaba percebendo que certas coisas que dão errado, são para nos mostrar que não eram a certa pra nós. E acaba que Tiffany acaba sendo a mulher que ele precisa. E não sua ex-esposa. Assim como ela, que aprende que pode se dar uma nova chance, e que pode se acreditar mesmo quando não se quer. Enfim, é um ótimo filme. Não vou falar nada com relação ao livro porque não o li, mas gostei muito da história e todo o enredo dela. Pat e Tiff. Eles são muito fofos e combinam muito! Então se você ainda não assistiu, vai lá ver!








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