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Filme: Rogai por Nós


Filme: Rogai por Nós
Título Original:  The Unholy
Gênero: Terror
Duração: 1 hora e 40 minutos
Lançamento: Maio de 2021
Onde assistir? Vizer TV
Nota: 2 de 5

Sabe filme que a gente assiste nem esperando muito? Esse foi o caso de Rogai por Nós. Aliás, um dos maiores motivos pra ter assistido esse filme foi o Jeaffrey Dean Morgan no papel principal.  Como disse em outra postagem, já não sei mais o que esperar de muitos filmes de terror, ao que me parece a categoria não consegue se renovar nos roteiros e produções fazendo mais do mesmo e meio que decepcionando no resultado final. Mas antes de falar minhas considerações, vamos dar uma resumida na sinopse? Alice é uma jovem deficiente que presencia um suposto fenomeno milagroso e depois disso volta a ter seus sentidos de volta e a curar doentes. A notícia acaba se espalhando, trazendo até sua pequena cidade um jornalista que está por um fio de carreira, decidido a investigar o acontecimento e o suposto milagre. Quanto mais avança em sua investigação mais ele desconfia de que os chamados milagres não sejam obras do céu.

Senti que estava assistindo a um caso de Supernatural. Sei que muitas pessoas conhecem o Jeffrey por The Walking Dead, mas eu conheço ele por conta de Supernatural e enquanto assistia Rogai por Nós, a sensação é de que eu estava assistindo um dos casos dos irmãos Winchesters com a participação do pai. Apesar de ele ser um ótimo ator, e o filme ter pontos  interessantes que poderiam ter sido explorados de uma forma bacana, o mesmo acaba batendo nos pontos clichês e já conhecidos de outros filmes do gênero fazendo com o que o mesmo se torne mais previsível do que se espera. O longa não surpreende, não causa medo, tensão ou te deixo apreensivo. É mais do mesmo, mais de algo que com certeza você já viu em algum lugar. É aquele típico filme que você vai assistir até o final se perguntando se deve assistir e quando chegar no desfecho pensar " sério que é só isso?". Rogai por nós não cumpre seu papel no gênero terror e passa em branco em meio aos lançamentos de filmes do seu nicho com enredo muito mal explorado e pouca credibilidade. Vai por mim, não precisa nem se preocupar com os sustos. Pouco tem e pouco se esforça pra botar medo. Uma pena.







Rogai por Nós conta a história de Alice, uma jovem com deficiência auditiva que, após uma suposta visita da Virgem Maria, é inexplicavelmente capaz de ouvir, falar e curar os enfermos. À medida que a notícia se espalha e pessoas de perto e de longe se reúnem para testemunhar seus milagres, um jornalista decadente (Jeffrey Dean Morgan), que espera reviver sua carreira, visita a pequena cidade da Nova Inglaterra para investigar o fenômeno. Quando eventos terríveis começam a acontecer por toda parte, ele começa a questionar se esses fenômenos são obras da Virgem Maria ou algo muito mais sinistro.




Filme : A Maldição da Chorona


Filme: A Maldição da Chorona
Título Original: The Curse of La Llorona
Gênero: Suspense, Terror.
Duração: 1 hora e 34 minutos
Lançamento: Abril de 2019
Distribuidora: Warner Bros
Nota: 2de 5

Eu fiquei bem curiosa desde que o trailer desse filme foi liberado, acreditei que o longa me assustaria e apresentaria algo bacana, mas não foi bem isso que aconteceu. Logo depois, o mesmo estreou nos cinemas, mas pra ser sincera não li e nem vi muitos comentários sobre o longa o que me fez percebe que talvez o mesmo não fosse tão empolgante. Mas como vocês já sabem eu não me baseio em opiniões alheias e sempre procuro tirar minhas próprias conclusões. Assisti e apesar de não ter sido como eu esperava eu descobrir coisas bem interessantes. Antes de falar de tudo, vamos falar do enredo que é o mais importante pra você entender o que se passa no filme. Uma assistente social e seus dois filhos tentam seguir a vida depois uma perda significativa. A mesma acompanha um caso em que uma mãe parece ter maltratado os filhos e logo depois descobre que os mesmos foram mortos. Quando ela vai mais fundo no caso, descobre que esse caso tem semelhanças com uma maldição antiga de uma fantasma chamado de A Chorona. Segundo a lenda,  a mulher realmente existiu porém pegou o marido com outra e por insanidade temporária afogou os filhos no rio. Logo depois percebeu o que fez, debulhou-se em lágrimas e se afogou no mesmo rio. Agora, vai atrás de crianças querendo toma-las pra si para substituir sua perda.Agora a família da assistente social é assombrada pela Chorona, e ela precisa de ajuda para tentar impedir esse espírito do mal que quer levar seus filhos de qualquer jeito.

A Maldição da Chorona tinha elementos muito interessantes para serem explorados, já que o longa é baseado em uma lenda real do México.  Se tivessem focado em desenvolver a lenda sem querer dar sustos fáceis no espectador, mas sim manter o suspense e a tensão que nesse caso são muito eficazes o filme teria sido bem melhor do que foi apresentado. Aqui, a história parece super fraca, a assombração parece ter uma motivação fraca e mal explicada focada em dar sustos atrás de sustos. O roteiro quer tentar manter o terror, mas pra mim não houve terror aqui. Não houve tensão nem muito menos agonia que são os elementos essenciais pra filmes assim. Não dá pra colocar uma assombração com uma cara deformada vestida de noiva dando sustos e deixar o filme todo só contar com isso. 

Fora os clichês de outros filmes do mesmo gênero, em que a família vai atrás de um padre que tenta livra-los da assombração e tal. Eu fiquei entediada. Não me assustei em nenhum momento. Assistindo o filme descobri que o mesmo tem uma co-relação com o universo da franquia "Invocação do Mal", sendo que em uma das cenas o padre comenta com a personagem sobre uma boneca que ele encontrou capaz de fazer coisas terríveis e ai surge um flashback do mesmo com Annabelle( essa cena foi de um dos filmes da franquia). Pra ser algo relacionado a franquia, achei o longa muito fraco em que o roteiro corria demais pra tentar te dar alguma tensão mais falhava miseravelmente. A atuação também não foi lá essas coisas, já que tanto as crianças quanto a personagem principal e o padre exorcista deixaram muito a desejar. E isso talvez nem seja culpa dos atores, e sim do roteiro em que os personagens foram fracos. As caras de sustos e medos dos mesmos não convence e até parecem fingidas. Isso realmente atrapalha muito o longa, que fica ainda menos convincente do que deveria.

A Maldição da Chorona tinha elementos bons para se tornar um filme atrativo e bem assustador mas foi focado em sustos facéis e clichês já muito explorados. Nos entrega algo muito fraco e digno somente de uma diversão em dias de tédio. Não te assusta e não te tira o sono. A câmera escondida do Silvio Santos inspirada no filme vai te assustar mais. Pode ter certeza.  Se você se assusta com sustos fáceis você vai curtir, agora se você quer algo mais aterrorizante e elaborado isso vai te decepcionar. Uma pena mesmo.





 Na Los Angeles da década de 1970, uma assistente social criando seus dois filhos sozinha depois de ser deixada viúva começa a ver semelhanças entre um caso que está investigando e a entidade sobrenatural La Llorona. A lenda conta que, em vida, La Llorona afogou seus filhos e depois se jogou no rio, se debulhando em lágrimas. Agora ela chora eternamente, capturando outras crianças para substituir os filhos.




Eu assisti: IT A COISA CAPÍTULO 2


Filme: IT A COISA CAPÍTULO 2
Título Original: IT CHAPTER 2
Lançamento: Setembro de 2019
Gênero: Terror
Duração: 2 horas e 50 minutos
Distribuidora: Warner Bros
Nota: 3 de 5
Baseado no livro de mesmo nome de Stephen King

Assisti esse filme um dia depois da estréia, porque confesso estava ansiosa pra conferir o resultado da segunda parte de IT. Vou começar falando do enredo resumidamente, mas acredito que se você já ouviu falar do filme, deve saber do que se trata. Neste filme, vemos as crianças do Clube dos Otários crescidas. Depois de 27 anos, a maiorida deles saiu de Derry, a cidadezinha onde aconteceram os trágicos acontecimentos. Contudo, quando eles recebem uma ligação de Mike avisando que eles precisam retornar a Derry já que " A coisa" voltou, os Otários se reunem novamente para tentar acabar com o palhaço assassino, mas sem antes serem assombrados por seu maiores medos.


Eu li algumas críticas do filme e quase todas foram mistas. Uma mais positiva, outra mais negativa. O fato é o filme não é ruim. Não, ele não é. Porém, não diria que é melhor que o primeiro. Aqui, apesar do diretor e do roteiro quererem manter o clima do primeiro com flashbacks e trazendo algumas lembranças de volta esse segundo filme demora pra se desenvolver em quase 3 horas de filmes. O clima já não é mais tanto de amizade e sobrevivência, talvez por se tratar dos mesmo personagens adultos. Aqui, eles tem que lidar com o medo que talvez eles tenham deixado pra trás ou fingido esquecer para continuarem com suas vidas. Um dos pontos altos do filme, com certeza é a escolha do elenco adulto que se parece muito com as das crianças no primeiro filme. Outro ponto bem interessante é que as aparições de Pennywise aparecem ainda mais assustadoras, já que o palhaço quer vingança sobre o passado. Não há nada para falar do Bill Skasgard. 



O cara é realmente talentoso, e expõe isso no personagem incorporando-o de uma forma bem sombria e assustadora trazendo um Pennywise tão interessante nas cenas como no primeiro filme. Apesar de as semelhanças físicas entre os atores adultos e mirins serem excelentes, aqui o clima de amizade se esvai um pouco. Aquele clima de crianças que sofrem bullying e se unem em um grupo se perde um pouco. A atmosfera do filme com certeza é diferente do primeiro, há uma insistência em recolocar cenas de quando os mesmos eram crianças, apesar desse filme se tratar da versão adulta deles. Entendo, que em algumas cenas isso é necessário para resgatar a memória do espectador porém emalgumas cenas parece que isso arrasta ainda mais o filme, em vez de se focar nos medos aparentes dos personagens adultos. Pennywise brinca com aquilo que ele já sabe dos mesmos, e abusa disso colocando-os em defensiva para que desistam de seu plano. Eu gostei muito do que foi apresentado, confesso que o roteiro poderia ser mais otimizado e reduzido para trazer um filme mais compacto e menos arrastado. Aqui notei que há uso daqueles sustos de pular cadeira que se vê em muitos filmes de terror, e não se faz nenhuma suspense sobre isso quando o palhaço aparece. 



A comédia continua presente, muito com o Richie que continua aliviando algumas cenas com suas tiradas. Pra resumir, IT é um bom filme, com altos e baixos que poderia ter sido melhor mas que também não foi ruim. É uma experiência boa. E por favor, notem que esse filme é de TERROR com classificação de 16 ANOS. Não levem crianças para assisti-lo. Não é um filme infantil. Fui assistir irritada quase a sessão inteira com pais e crianças falando o tempo todo. It a coisa entrega uma boa segunda parte apesar dos baixos, diante do livro no qual é baseado que tem MUITO material. Ah, ressaltando que não é uma continuação e sim uma complementação de uma história única, já que o livro foi dividido em dois filmes por ser muito longo. Tenham isso em mente. Ah, um adendo pra falar da cena do Stephen King no filme. Eu adorei. E ele ainda faz uma sátira aos escritores, já que Bill é escritor em sua versão adulta. Recomendo pra quem assistiu o primeiro e quer ver Pennywise aterrorizando mais uma vez. 


27 anos depois dos eventos de "It - A Coisa", Mike (Isaiah Mustafa) percebe que o palhaço Pennywise (Bill Skarsgard) está de volta à cidade de Derry. Ele convoca os antigos amigos do Clube dos Otários para honrar a promessa de infância e acabar com o inimigo de uma vez por todas. Mas quando Bill (James McAvoy), Beverly (Jessica Chastain), Ritchie (Bill Hader), Ben (Jay Ryan) e Eddie (James Ransone) retornam às suas origens, eles precisam se confrontar a traumas nunca resolvidos de suas infâncias, e que repercutem até hoje na vida adulta.





Eu assisti: Annabelle 3

 
Filme: Anabelle 3 
Título Original: Annabelle Comes Home
Lançamento: Junho de 2019
Duração: 1 hora e 46 minutos
Gênero: Terror
Distribuidora: Warner Bros
Nota: 3 de 5

A boneca do mal está de volta em mais um filme, e cá estou eu pra fazer mais uma resenha pra vocês. Queria me desculpar pela demora em soltar as postagens, tenho assistido muitos filmes e nem sempre consigo conciliar em escrever, editar e postar aqui. Mas juro que estou me esforçando ao máximo pra isso. Mas chega de enrolação, e vamos falar de mais um filme do Universo "Invocação do Mal". Antes de tudo, vamos falar do enredo? Neste filme, vemos o que acontece depois que Ed e Lorraine Warren retiram Anabelle de uma casa. Eles levam a boneca para sua casa, onde eles guardam artefatos assombrados e cheios de mistérios. A boneca é abençoada por um padre e colocada em uma cristaleira de vidro da igreja que por sorte consegue conter o mal que ela atrai. Mas como nem tudo é flores né, alguma coisa ruim tem que acontecer. Dito isso, a pequena Judy filha do casal é deixada com a babá Mary para ser cuidada, enquanto os pais investigam outro caso e até ai tudo bem já que a babá não mexe em nada e entende que tem que respeitar. O que realmente fode com tudo é uma amiga dela chamada Daniela, que descobre que Mary está ficando de babá para os Warren que são conhecidos pelos seus casos. Só que Daniela é curiosa, e quer porque quer saber sobre os artefatos e casos do casal paranormal. E ai que a coisa se complica, quando Daniela entra na sala de artefatos, toca em tudo e ainda por cima liberta Annabelle. A boneca que atrai todo tipo de coisa ruim, começa a se manifestar em todas as coisas e as três garotas sofrem um grande perigo tentando impedi-la antes que seja tarde demais.

Mas é bom?

Eu tenho minhas dúvidas se por acaso, o estúdio decidir fazer outro filme de Annabelle se será bom ou se o personagem ficará saturado. O fato é que esse filme nem surpreende muito já que usa dos mesmos elementos dos filmes antecessores, nem decepciona tanto. Alguns fatores influenciam positivamente e negativamente nisso. Um dos aspectos positivos foi a atuação da pequena atriz que dá vida a filha dos Warren. Pode-se perceber que a mesma tem muito talento e isso fica natural já que as cenas de medo e tensão da garota que se misturam em ter coragem também são naturais. Em alguns filmes de terror, é possível observar uma atuação sofrível, mas aqui a atuação da mesma faz com que o filme fique tenso em alguns aspectos e não só apele para os sustos de pular cadeira como é de costume. Judy começa a apresentar alguns talentos iguais os da mãe, e no começo você sente uma empatia enorme pela personagem, já que o filme mostra um lado interessante da filha do casal e como o que os pais fazem afeta em sua vida já que a maioria das pessoas de sua escola a maltrata. O bom é que a atuação é tão boa, que não fica aquele medo fraco, nem aquele fingimento. A menina realmente se apavora nos momentos certos, mas ela não é fraca, ela tem coragem e medo ao mesmo tempo. 

Eu admirei muito isso para uma atriz dessa idade.  Os pontos altos do filme foi graças a ela. A babá da menina não influencia em muita coisa, ela é a típica boazinha que respeita as regras da casa ( quer dizer mais ou menos já que traz uma amiga pra lá) e é amiga da Judy quando ela não tem nenhum amigo. Agora, vamos pra parte negativa. Uma das personagens que me irritou foi essa tal de Daniela. Menina chata. Prepotente. E muito burrraaaa. Jesus, tá certo que em filmes assim os personagens vivem fazendo coisas burras, mas ali o nível de burrice extrapola. Que chatice. Além de ser curiosa, a menina que botar o nariz onde não é chamada, já que quer fuxicar numa casa que nem é dela. Tá bom que depois os motivos dela são explicados, mas nem com isso dá pra achar essa personagem justificável em suas ações. Achei interessante um roteiro de um filme que explicasse o que aconteceu com Annabelle depois que os Warren a pegaram. 

O filme abusa dos sustos, mas não chega a fornecer muita tensão. Acredito que eu ande cansada desses filmes que querem dar sustos do nada sabe? To preferindo filmes que causem tensão e agonia que levem o espectador consigo, coisa que eu acho bem interessante. Resumindo, o filme tem seus pontos altos e baixos. E é isso. É um filme obrigatório se você já assistiu os dois antecessores, até pra você entender a história da boneca direitinho. Se você se assusta fácil com esses sustos, esse filme é bem perfeito. Se não, é mais do mesmo. Mas não deixa de ser uma boa diversão sabe? É beeeeeeeem mediano. Eu gostei. E não gostei tanto. 



 Quando Ed (Patrick Wilson) e Lorraine Warren (Vera Farmiga) deixam sua casa durante um fim de semana, a filha do casal, a pequena Judy Warren (McKenna Grace), é deixada aos cuidados de sua babá (Madison Iseman). Mas as duas entram em perigo quando a maligna boneca Annabelle, aproveitando que os investigadores paranormais estão fora de jogo, anima os letais e aterrorizantes objetos contidos na Sala dos Artefatos dos Warren.


Eu assisti: Maligno

Filme: Maligno
Título Original:  The Prodigy
Lançamento: Março de 2019
Gênero: Terror, Suspense
Duração: 1 hora e 32 minutos
Distribuidora: Imagem Filmes
Nota: 2,5 de 5

Quem me acompanha por aqui há mais tempo sabe muito bem que eu AMO filmes de terror/suspense. Quer dizer eu gosto dos filmes que me trazem aquela sensação de agonia e reviravolta sabe? Por isso mesmo, quando saiu o trailer desse longa ele me chamou atenção por parecer diferente e então lá fui eu embarcar na história. Mas antes de tudo, vamos pra sinopse né? Sarah engravida de seu primeiro filho e até então fica feliz da vida. Enquanto Miles vai crescendo, ela percebe que ele não é uma criança como as outras. Passando por especialistas eles detectam que a criança tem uma inteligência mais avançada que outros e sendo assim Miles começa a ter um acompanhamento. Conforme o tempo vai passando, ele começa a apresentar um comportamento estranho e violento fazendo com que a mãe fica perdida. Quando ela pede ajuda para entender o que está acontecendo percebe que Miles está com a companhia de um ser sobrenatural que voltou por assuntos inacabados. E cada vez mais toma um pouco de seu filho que nem tem ideia do que acontece. Agora, Sarah precisa achar uma solução para que seu filho seja ele mesmo ou o perca para sempre.

Quando o trailer de Maligno saiu pensei que a história se focaria em algo parecido como em a " A Órfã" porém aqui o longa foi completamente diferente. De começo, o filme intercala a cena de nascimento do menino com a morte de um assassino deixando um ponte de interrogação em sua cabeça, ou dando a deixa para os espectadores. Logo depois que os comportamentos de Miles começam a mudar e piorar, percebemos que aquilo está interligado a sua personalidade. A história do filme é boa, porém os elementos usados e os caminhos tomados tornam o mesmo morno apesar das atuações boas tanto do menino como da mãe que já é conhecida do público pelo seriado " Orange is the new black". Aqui temos uma premissa que parecia ser misteriosa, e causaria um certo aspecto agoniante mas isso não acontece. Alguns momentos você até pensa que o mesmo irá por esse caminho como quando o garoto chora e finge não saber o que acontece quando as más ações são feitas. Fingimento ou ele realmente não sabia o que rolava? Quando os pontos se entrelaçam e se descobre o que acontece o filme acaba perdendo um pouco do ritmo. Ele soaria tão mais interessante se Miles fosse um menino diferente pela maldade dentro de si e usassem isso a favor do enredo. Mas preferem ir pro caminho mais fácil rendendo um filme morno, sem muita qualidade no desenvolvimento mesmo com uma atuação muito boa do pequeno Jackson Scott. Maligno abusa de sustos bobos, tenta manter um clima de suspense mas não consegue se sustentar. Tenta criar uma tensão mas ela é logo quebrada. Não causa a sensação que deveria causar para um filme desse gênero apesar de ter uma boa premissa. É realmente não dá pra julgar o filme pelo trailer. Já vi tantos que pareciam ser ótimos no mesmo e quando fui assistir foi exatamente o oposto. Se você quer assistir um filme morno, sem muitas surpresas e se você se assusta fácil essa pode ser a escolha certa. Agora, se você gosta de filmes mais trabalhados com um certo suspense e que te tragam aquela sensação ruim mas boa em filmes assim pode esquecer. Passou longe do meu gosto. Uma pena.



Preocupada com o repentino comportamento estranho e violento de seu filho Miles (Jackson Robert Scott), Sarah (Taylor Schilling) inicia uma investigação por conta própria para entender o que está acontecendo. Mas o que ela descobre é que alguma espécie de força sobrenatural está agindo sobre ele, influenciando, cada vez mais, suas ações.





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