Assisti esse filme tem um tempinho atrás e finalmente vim aqui contar pra vocês. Antes de falar o que achei, vamos lá falar do enredo? Harper e Charlie são dois assistentes que trabalham em Manhatan para dois executivos pra lá de difíceis e complicados. É que a vida de cada um deles não é nada fácil, já que seus chefes fazem de sua vida um verdadeiro inferno. Quando os dois se conhecem de uma maneira bem inusitada e trocam experiências uma ideia acaba surgindo: e se eles juntassem para fazer com que seus chefes se apaixonem?
A vida dos dois seria muito mais fácil se isso acontecesse. Pelo menos, é isso que eles pensam. Então coma ajuda um do outro, eles criam situações pra lá de engraçadas para fazer seus chefes serem atingidos pelo amor. O único problema é que parece que não vão ser seus chefes diabinhos que vão ser fisgados pelo amor.
Mas é bom?
Eu achei esse filme beeem razoável. Primeiro que esse filme é bem longo, quase 2 horas de duração em que não acontece tanta coisa assim pra tantoo tempo de filme sabe? Apesar de ter uma fórmula boa, e elementos bons o mesmo não entrega tanta novidade porque já vimos isso em algum lugar né? O papel de chefe que inferniza o assistente já foi explorado em filmes como " A proposta" com a Sandra Bullock e em " O diabo veste prada" com a Anne Hathaway. Eu senti que estava vendo mais do mesmo.
Algumas situações rendem algumas risadas admito, mas não é nada tão apaixonante. Pra ser uma comédia romântica esperava muito mais do que foi apresentado. Não senti tanta química entre o casal principal e apesar de o roteiro seguir uma certa ordem, as coisas ficam um pouco mornas em um certo ponto do filme. Não é um filme que me empolgou nem muito menos um que eu tenha muito pra falar. É um filme engraçadinho, legalzinho mas bem passável. Com certeza não ficará guardado na sua memória e não entrará pra lista dos seus favoritos. Bem sessão da tarde.
Harper (Zoey Deutch) e Charlie (Glen Powell) trabalham como assistentes para dois executivos em Manhattan. O temperamento e a dinâmica de seus chefes transformam suas vidas em um verdadeiro inferno. Desesperados e exaustos, os dois jovens se juntam para elaborar um plano um tanto quanto ousado: fazer com que os seus superiores se apaixonem e, dessa forma, fiquem mais tranquilos em relação ao trabalho.
Você deve estar pensando que esse tipo de documentário é destinado aos fãs de Taylor e de sua música. E isso pode até ser verdade, de um certo modo. Por outro lado, Miss Americana conta um pouquinho da trajetória de Taylor até ela se tornar essa estrela mundial focando em pontos que valem muito uma reflexão. Pra vida mesmo sabe? E eu pelo menos senti muito isso. Não sou do tipo super fã dela, ouço algumas músicas algumas vezes e curto bastante o lance de ela escrever suas próprias músicas usando de sentimentos e situações que ela mesma vivencia em sua vida.
É tipo se conectar com seu coração, coisa que eu me identifico já que faço o mesmo escrevendo textos e ela escrevendo músicas. Essa seria a fórmula de sucesso de Taylor? Escrever suas próprias músicas. O que mais curti nesse documentário é que vemos a Taylor de uma outra perspectiva, não como uma cantora global que quebra recordes e tem a vida perfeita. Aqui, em muitas cenas vemos uma Taylor humana. Humana e frágil. Vive o sonho dela de uma forma maravilhosa, mas tem todo o peso de ser uma artista global. Sendo julgada pela internet, pelos tabloides e por pessoas dizendo o tempo todo o que ela deve falar, como deve se comportar e que principalmente não pode se posicionar sobre nada. Ou seja, se comportar como uma boa menina. Dizer o necessário e nunca mais isso. Afinal, a carreira dela e sua imagem podem acabar arruinadas. A pressão em cima disso é tão grande que em alguns momentos sentimos uma Taylor frágil demais e prestes a desmoronar quando vê que o sucesso e a fama não são suficientes pra ela. E não basta apenas sofrer tudo isso, ainda tem aquela pressão pra se manter no topo. Porque se você não faz sucesso como o último lançamento, obviamente é flop ou tem algo errado. Ou se faz sucesso, as comparações começam. É frustrante e parece nunca estar bom o suficiente. Esse tanto de sentimentos e sensações na vida de uma pessoa que acima de tudo é humana é de enlouquecer.
A imagem que as pessoas foram construindo da Taylor como uma garota que canta letras românticas com uma imagem até então inocente conflitando com quem ela queria ser de verdade e como ela queria se posicionar. O documentário mostra que as coisas não são como pensamos ou achamos que é. A vida de ninguém é perfeita. Nem mesmo de uma pessoa que tem fama, dinheiro e tudo que uma outra pessoa poderia sonhar. A evolução da cantora tanto na música como seus sonhos, desejos e inspirações acabam aparecendo no documentário e sua vontade de se posicionar. De ser alguém que pode mostrar no que acredita, e no que é contra. Uma Taylor mais livre, que pode tomar um pouco mais de suas decisões e ligar o foda-se pra quem acha o que quiser dela.
Uma parte bem triste é sobre a busca pelo corpo perfeito em que a mesma confessava vomitar, ou não comer para ficar magra. Chegando até a ficar tonta a ponto de desmaiar em alguns shows. Ou do câncer de sua mãe. O fato de explorarem os relacionamentos que não deram certo de uma forma maldosa. Ou de ter poucos amigos que a realmente entendam ou a vejam como a Taylor pessoa. É tudo muito forte. Um documentário cheio de pontos pra se refletir, levar pra vida e pensar bem antes de criticar alguém baseado em uma fofoca, notícia ou acontecimento sem saber o que realmente houve na realidade. Ninguém foge do julgamento.
E mesmo com tantos recordes quebrados, shows lotados, milhões de discos e singles no topo podemos ver que todo artista é HUMANO. E na maior parte do tempo nos esquecemos disso, cobrando-os o tempo todo. Seja por aquele disco ou música que precisa estar no topo. Seja por algo relacionado a sua vida pessoal. Seja por ser quem é. Precisamos nos lembrar que por mais que ela seja uma figura pública, que ela não tem sentimentos ou um coração que se magoa. E que tanta atender as expectativas mesmo não conseguindo. É um documentário pra fãs de sua música, e de sua carreira. Para conhecer um outro lado. Mas é também um documentário para quem quer refletir e enxergar o outro lado dessa vida. Pra quem quer aprender e evoluir.
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"Eu sei que se eu não escrevesse minhas próprias músicas, eu não estaria aqui"
"Quando você vive da aprovação de estranhos, é daí que você obtém toda sua alegria e satisfação. E é só uma coisa ruim acontecer, que tudo pode desmoronar."
" Sempre há algum padrão de beleza que você não vai alcançar"
" Se você é magra o suficiente, você não tem a bunda que todo mundo quer ver. Mas se você tem peso suficiente e uma bunda, sua barriga não está chapada o suficiente"
"Uma garota legal sorri e acena. Uma garota legal não faz as pessoas se sentirem desconfortáveis com suas opiniões"
"Quero trabalhar muito enquanto a sociedade ainda tolera ser bem sucedida"
"Quero usar rosa e mesmo assim me posicionar sobre política. Não acho que essas coisas tenham que se cancelar"
Esse filme estava há um bom tempinho em minha lista e finalmente tive tempo de assisti-lo no meio da minha lista enorme da NETFLIX e devo dizer que me surpreendeu bastante. Mas antes, de falar qualquer coisa vamos falar do enredo como é de costume? Dani é uma garota simples e sonhadora, que quer se formar em medicina veterinária e é voluntária em um abrigo para cães. Tudo muda quando ela começa a ser notada por um dos caras mais populares do colégio. Só que viver esse romance pode custar caro já que o jovem é ex de uma garota que meio que era sua ex amiga e agora se tornou sua inimiga. E mais um pequeno detalhe: a menina é tem milhões de seguidores na internet e é ovacionada na rede. O que fazer quando tentam mudar sua imagem e te julgam por algo que você não é? Chamado de " Meninas Malvadas para a era do Instagram" pela Teen Vogue #RealityHigh é um bom filme. A premissa da história é interessante apesar de se basear em muitos termos clichês e quem me acompanha por aqui sabe muito bem o que penso sobre isso. Apesar desses clichê, a história se desenvolve bem com elementos atuais com uma personagem com milhões de seguidores demonstrando o cenário atual e como uma pessoa pode agir falsamente usando sobre pretexto essa fama e admiração que as pessoas tem por ela. Eu encaixaria esse filme em um dos mais legais lançados ultimamente no estilo jovem e acredito que muitas pessoas deveriam ter a oportunidade de assisti-lo. Os elementos são bem utilizados e apesar de não ser uma história original, maravilhosa e inovadora os artifícios dentro do filme são usados de modo inteligente combinados com os aspectos modernos dando o ar de filme teen muito na medida. Os personagens são bacanas, e a influência que certas coisas podem fazer sobre você quando você se coloca sobre certas situações certamente também é muito bem abordada. Esse filme retrata o cenário que vivemos de influenciadores/blogueiros de uma forma bem coerente que até usam de sua influência para conseguir o que querem e não para trabalharem. As consequências disso as vezes demoram mas vem. O filme toca em um assunto importante, quando você perde sua essência para poder ganhar likes, fama e adoração afastando as pessoas que você ama, será que vale realmente a pena? Ganhar likes, seguidores e sentir essa sensação pode ser maravilhoso, mas também sua ruína. Eu gostei bastante do que assisti e recomendo fortemente pra você que goste de filmes teens, bacanas e com um toque atual.
Dani Barnes (Nesta Cooper) é uma jovem nerd percorrendo um
grande sonho de ser aceita na UC Davis, a melhor universidade
veterinária do mundo. Mas seus planos podem ir por água abaixo quando
ela finalmente chama a atenção do garoto que ela estavam afim: a
namorada dele, uma cebelebridade nas redes sociais, despertou sua fúria
por Dani.
Assisti esse filme MUITO por acaso enquanto estava navegando pela Netflix. Dei uma lida na sinopse do filme e pensei " Ok,vamos dar uma chance" e até que me surpreendi. Confesso, que tentei assistir esse filme 3 vezes. Na primeira eu desisti. Na segunda, eu dormi. E na terceira quase que eu desisto por achar que o filme não ia ser tão lega, mas como sou daquelas pessoas que não gosta de começar algo e não terminar fui até o fim e até que gostei do que foi apresentado. Mas antes de falar o que eu realmente achei do filme, vamos lá falar do enredo? Jessica James é uma dramaturga de Nova York que está em busca de ascensão. Com uma pilha de cartas rejeitadas, Jessica continua tentando achar seu caminho escrevendo peças para roteiros de teatro e enquanto isso tem uma classe de crianças que ela busca incentivar a mesma arte. Jessica também acabou de sair de um namoro recente e simplesmente não consegue superar o ex, sonhando e fantasiando com ele ou até indo em encontros desastrosos. E nesses encontros que ela conhece Boone, um cara divorciado que se impressiona muito com Jessica, mas ela nem tanto por ele, já que a mesma tem certeza de que não passaria de algo casual. E ai eles acabam se envolvendo de uma forma engraçada, enquanto ela tenta superar o ex e correr atrás do seu sonho de escrever roteiros pra teatro.
Esse filme me rendeu algumas surpresas. Como mencionei ali em cima não achei que ia gostar tanto dele quando o mesmo começou já que achei que a história seria conduzida de uma outra forma e o que aconteceu foi uma comédia bem bacana com uma personagem diferente, espirituosa e muito engraçada. Dá pra se identificar em vários pontos com a Jessica e isso foi um dos pontos que me fez gostar muito do filme. Ela sofre mas ao mesmo tempo faz disso algo engraçado ao mesmo tempo em que acho ela bem forte e decidida. O modo como ela interage e tenta superar o ex são bem interessantes de ser ver desenrolando no longa, assim como o novo relacionamento que surge enquanto ela vai em busca de seu sonho. Não é aquele filme super amorzinho, nem aquele filme mega engraçado mas é um filme bacana e fluído na medida. Com uma dose de comédia e de romance. O desenvolvimento no geral é bom, e mesmo o filme dando a entender que em alguns pontos iria para um caminho mais tedioso, ele se manteve no nível normal trazendo uma ótima experiência para quem quer assistir um filme calmo, bacana e com uma personagem interessante. Eu gostei bastante. Dá pra se identificar, rir e curtir. Recomendo. Obviamente disponível na NETFLIX.
Nota: 2,5 de 5 Assistir essa série me lembrou muito do clima de assistir " Team Kaylie" que inclusive eu já até resenhei aqui no blog (só não sei se sairá antes dessa postagem). É óbvio que séries como essa e Team Kaylie querem demonstrar algo. A Netflix quer atingir um público específico como a Disney fazia com muitos seriados estrelados por várias estrelas, para isso estão utilizando do mesmo formato dentro da plataforma. Mas antes de fazer uma análise mais aprofundada disso, vamos falar da série em si. Uma menina aparece na porta da família dos Thompson alegando ser da família e órfã. Tudo parece bem convincente e como alguma relutância, a família aceita a menina. Mas logo no início, descobrimos que Nick é uma golpista que foi colocada intencionalmente naquela família para obter vingança com relação a seu pai que está preso. Mas o que os Thompsons fizeram a ela e o pai? Qual o grande segredo de Nick? Ela conseguirá manter seu papel e obter sua vingança antes que eles descubram a verdade? A série tem uma ideia inicial para ser um bom tipo de diversão para seu público-alvo mas fica atrás com relação a Team Kaylie. A premissa interessante da mentira de Nick é mal aproveitada deixando a série superficial demais. As atuações são medianas e em alguns personagens bem forçadas a uma comédia bobinha que não arranca risadas nem de quem é público alvo dessa série. O ponto alto é conseguir mesclar um pouco do drama com o suspense do segredo de Nick, fazendo ela repensar em seu plano diversas vezes já que começa a ter uma outra visão dos Thompsons e se apegando a alguns deles. As cenas de comédia podiam fluir naturalmente se não forçassem tanto para que parecesse engraçada e isso foi um dos grandes problemas de Good Nick. É uma série com mesmo formato de séries sitcoms da Disney mas que ainda não chega perto do que a Disney fez com suas próprias criações. Mas não vou dizer que se a Netflix achar a história certa, um sitcom desse acabe estourando. Estão quase lá.
Liz (Melissa Joan Hart) e Ed (Sean Astin) são um casal e pais de dois filhos (Kalama Epstein e Lauren Lindsey Donzis). Quando Nick (Siena Agudong), uma jovem trapaceira, é acolhida por eles, a dinâmica da família muda completamente