Mostrando postagens com marcador Romance. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Romance. Mostrar todas as postagens

Filme: Belo Desastre

 Filme: Belo Desastre

Título Original: Beautiful Disaster

Duração: 1 hora e 45 minutos

Gênero: Comédia Romântica, Romance

Lançamento: Abril de 2023

Nota: 3 de 5

Distribuidora: Diamond Filmes    

Baseado no livro de mesmo nome da autora Jamie McGuire



Fãs do livro de Belo Desastre estão ai? Desde que a adaptação desse livro foi anunciada foram feitas muitas reclamações na web sobre a escolha de elenco e de como a história em si seria adaptada. Pra quem não está inteirado do assunto, mas o filme foi baseado na história de mesmo nome da autora Jamie mcguire e na época que foi lançado o mesmo fez bastante sucesso. Os fãs da saga que é conhecida como série Irmãos Maddox ficaram receosos de como a história em si seria contada em forma de longa. Uma das polêmicas foi a escalação do ator Dylan Sprouse pro papel do rebelde Travis Maddox o que no começo me causou realmente muita estranheza. Mas , antes que eu fale alguma coisa sobre o longa vamos falar do enredo? Se você já leu o livro ous abe do que se trata a história não tem muita coisa que muda.  Abby é uma garota que se muda com a amiga para uma nova cidade para começar a focar nos estudos da faculdade. Logo ela conhece, Travis um mulherengo que começa a ficar intrigado com ela, já que a mesma não se rende tão facilmente. Logo, os dois acabam fazendo uma aposta e as consequências dessa aposta seja qual for vai mudar o curso do relacionamento entre os dois. Abby só quer ficar na paz e Travis é a figura da confusão e loucura. Conseguirá ela resistir aos seus encantos?


Olhando agora para este enredo, tem como não lembrar de After? Não né? No longa mesmo After é citado explicitamente no qual há uma cena em que um dos personagens secundários está literalmente assistindo uma das cenas de After. Quanto ao enredo, eu não me surpreendi tanto já que já tinha lido a obra e adorado. Assim como em After, as pessoas consideram Travis um dos personagens mais tóxicos para histórias de romance. Muitas das reclamações foram que o longa foi adaptado de uma forma completamente diferente do livro e eu devo confessar que há uma grande diferença dos dois, mas não é algo que me incomodou tanto quanto eu achei que gostaria. Talvez para os fãs dos livros, Belo Desastre seja como exatamente o título diz " um desastre", mas pra mim ele funcionou muito como um daqueles "comfort movie" para se distrair e dar umas risadas e foi exatamente isso que aconteceu.


Quanto a escolha de elenco? Eu realmente não imaginava o Travis do mesmo que ele foi retratado no longa. Quem leu o livro sabe que o Travis tem uma vibe muito mais Dark, até os irmãos dele fogem um pouco das características do livro. A química do casal principal é boa, mas esse longa traz novamente aquela história batida e clichê da garota inocente que quer focar nos estudos, se muda para algum lugar ou está começando algo novo e ai atrai o olhar do cara mulherengo, rebelde ou problemático que é popular e tem todas as garotas aos pés dele menos a menina nova que não se deixa encantar pelo cara que acaba querendo conquista-la de qualquer maneira. Ai eles brigam e são opostos e passam por várias revelações de segredos que provam o que sentem um pelo outro. Soa familiar? 


O filme puxa muito pro aspecto de comédia romantica querendo arrancar alguns sorriso do espectador e causa aquela sensação boa de ver o casal principal se apaixonando. É isso mesmo que Belo Desastre traz pra gente o que não causa nenhuma estranheza mas causa uma familiaridade de algo que já vimos antes.O longa é bom para se distrair, curtir e dar alguns risos. Não vai entregar muito nem ser tão fiel ao livro em que foi baseado mas se você leu e assistiu a série After vai saber muito bem o que esperar dele. Não vá com muitas expectativas, mas também não seja tão cético. O longa cumpre os requisitos básicos do longa de comédia romantica e é isso. Sem marcas. Sem nada expressivo. 




Em BELO DESASTRE, Abby Abernathy é uma boa garota e acredita que seu passado sombrio está bem distante, porém, quando se muda para uma nova cidade com America para cursar a faculdade, seu recomeço é rapidamente ameaçado pelo bad boy do local: Travis Maddox. O menino é um conquistador e logo se depara com a resistência de Abby ao seu charme. Intrigado, Travis a atrai com um jogo. Se ele perder, terá que ficar sem sexo por um mês. Se ela perder, deverá morar no apartamento dele pelo mesmo período. Qualquer que seja o resultado da aposta, nem passa pela cabeça do garoto que ele acaba de se deparar com uma adversária à altura. E é então que eles se envolvem em uma relação intensa e conturbada, que pode acabar os levando à loucura.





Filme Cinema: Perdida


Filme: Perdida( Um amor que ultrapassa as barreiras do tempo)
Gênero: Comédia, Romance
Duração: 115 minutos
Produtora: Star +
Nota: 3 de 5
Baseado no livro de mesmo nome da autora CARINA RISSI publicado pela Editora Verus.


Se você não tá por dentro do meio literário, provavelmente não vai saber do que se trata a história acima. Mas, se você como eu, AMA livros e acompanha tem um tempo sabe que esse filme foi adaptado da obra da autora Carina Rissi com o mesmo título e que o livro fez um sucesso enorme. Quem leu o livro bem nesse época ansiava por uma adaptação tem um tempo, e ela finalmente chegou. Já temos resenha do livro de Perdida aqui no blog, então essa postagem não será focada em comparações com o livro apesar de que terei que mencionar em alguns trechos. Fui assistir esse filme de coração aberto apesar de já ter visto muitas críticas com relação a tudo desde que o mesmo foi anunciado. É muito complicado agradar a todos quando se adapta um livro para um longa, muitas coisas que cabem dentro de uma obra ou fazem sentido nela, dentro do longa não funcionam e é preciso adaptar o que já vimos em muitas adaptações de obras. Aliás, eu to amando ver que há vários livros sendo adaptados. Vamos  pra um resumo do enredo, antes que eu fale minhas impressões sobre o filme.

Sofia é uma jovem que trabalha em editora e ama romances de época. Ela tenta vender a famosa história de Jane Austen adaptada para os tempos modernos. Quando a ideia é barrada, sentindo-se frustrada e decepcionada com sua vida e com o amor. Quando ela acaba tendo um encontro com uma motorista misteriosa que lhe entrega um celular, Sofia acaba sendo magicamente transportada para o ano de 1830. Presa em um tempo muito antes do seu, a jovem precisa descobrir o que fazer pra voltar pra casa, se adaptar as caracteristicas da epoca e decidir como será sua vida dali em diante. Em meio a uma relação com Ian Clarke, o jovem gentil e educado, seu coração fica em dúvida de qual época ela realmente pertence.

Eu assisti esse filme com a sala de cinema praticamente vazia, depois só entraram umas duas pessoas. Eu ri em alguns momentos, achei fofissima outra cenas e por incrível que pareça chorei em outros. Sinceramente, não achei que esse filme mexeria tanto comigo, mas foi uma experiencia pessoal já que senti uma nostalgia da história de quando li o livro pela primeira vez. De modo geral, achei o longa bem parecido com a obra sem adaptações muito drásticas, mas algumas coisas me incomodaram de fato. Eu, infelizmente, não curti tanto a escolha da Giovana Grigio tão boa pra personagem. Insight meu. Não estou dizendo que a mesma não seja boa atriz, só que não combinou tanto com a Sofia com a personagem que é apresentada. O filme é pra ser um romance com pitadas de comédia justamente pelo contraste de época e costumes diferentes e a adaptação da jovem que lida com tecnologia para um mundo sem nada disso, mas deu pra sentir que nas muitas cenas de comédia muitos elementos não foram efetivos. E quando se trata de comédia romantica, eles precisam ser já que trazem uma leveza. Muitas das tiradas de contraste de época são feitas pela Sofia e o modo que ela transporta isso pra tela não fica tão natural. A pitada de comédia vem, mas não causa a reação natural esperada. E isso aconteceu em muitos momentos. Por outro lado, a atriz escolhida pra interpretar a Elisa conseguiu passar EXATAMENTE a pureza, inocencia e trejeitos da personagem na época. Creio que seja a personagem que mais tive prazer de ver ali. Quanto ao ator que interpreta o Ian, achei ele bem razoável no personagem. Sem muitos destaques, mas cumprindo o papel de ser um homem gentil e educado o que pode encantar facilmente os espectadores do longa.

O enredo é bem conciso e não demora pra se desenvolver porém acredito que a relação de Ian e Sofia devia ter sido um pouco mais explorada para dar mais coerencia do porque exatament os dois se apaixonaram. Algumas cenas de romance são extremamente fofas e te fazem sim, suspirar de fato. Mas, isso não compensa tanto para que o filme eleve seu nível de qualidade. Eu, de  modo geral, fiquei encantada com o que vi independente dos pontos altos e baixos. Valentina que é outra personagem importante na história, tanto que ela ganha um livro solo depois, me pareceu bastante apagada e consequentemente sem muita coerencia sua mudança de comportamento basedo na influencia de Sofia não é tão convincente.

Perdida de modo geral vai te agradar. O filme resgata os hábitos de relacionamento de outros tempo, o romance que se perde nos tempos de aplicativos de namoro e tecnologia além de te fazer suspirar (se voce for solteira) por não ter um mozão desse do seu lado. Sai chorosa do filme sim, com uma mistura de nostalgia, encantamento e pelo fato de ter orgulho de ver um livro nacional que eu amo adaptado pro cinema. Mais uma coisa que creio que tenha sido infeliz foi a data de lançamento. Deixar o filme estrear perto do lancamento de um filme enorme como BARBIE prejudicou muito a performance do mesmo que com menos de 1 semana de estreia foi retirado de alguns cinemas para abrir espaço para um filme maior. Uma pena. 



Adaptação do romance de Carina Rissi, em Perdida acompanhamos a história de Sofia. Determinada e segura de si, Sofia vive na metrópole movimentada do Rio de Janeiro. Ela tem pavor da palavra casamento. Nunca conseguiu se conectar com alguém na vida, apenas com os romances que lê desde sempre. Isso até que um dia compra um celular misterioso que a leva para o século dezenove, no Brasil. Perdida no século, sem saber como e quando voltar para o ano de 2022, ela acaba sendo acolhida pela família Clarke, dona de uma linda e grande propriedade. Com ajuda do lindo e prestativo lorde Ian Clarke, Sofia tenta achar alguma maneira de voltar para sua casa - mas sem antes passar por vários perrengues, como o banheiro da época. Em meio às suas buscas, o que Sofia não esperava era que encontraria seu conto de fadas em um século que não é seu.



Filme : Sol da Meia Noite

Filme: Sol da Meia Noite
Título Original: Midnight Sun
Lançamento: Junho de 2018
Duração: 1 hora e 33 minutos
Gênero: Drama, Romance
Distribuidora: Diamond Filmes
Nota: 2 de 5

Eu começo essa postagem chateada já que eu tinha muitas expectativas com relação a esse filme e elas não foram supridas. Mas antes de falar de qualquer coisa, vou deixar vocês a par do enredo. Katie é uma jovem de 17 anos com uma doença rara, que faz com que a mesma fique confinada em casa e não seja exposta a nenhum tipo de luz solar já que no seu caso pode ser mortal. Com isso, a jovem fica limitada com relação as coisas que pode fazer até que sua vida muda quando cruza com o jovem Charlie. Os dois iniciam um romance, mas Charlie não sabe da condição de Kate. Então um romance que tinha tudo pra ser maravilhoso, acaba sendo cheio de obstáculos para os dois que precisam lidar com a doença de Kate e como isso pode afeta-los.

Provavelmente você já deve ter vistou ou lido uma história parecida, alguns filmes clichês adolescentes seguem o mesmo roteiro, usam os mesmo elementos para criar um ambiente romantizado e fofo para cativar o público que se está assistindo e confesso que apesar dos clichês o filme até tinha um certo potencial para ser fofo e bacana mas não foi bem isso que aconteceu. Bella Thorne até tenta, mas nem mesmo ela consegue salvar o longo que é morno o tempo todo. O tempo todo mesmo. O casal parece não ter tanta química no longa, o que dificulta acreditar no romance dos dois e até sentir um pouco de comoção quando as cenas mais emocionantes acontecem. Patrick Schwarzenegger é bonito, mas a sua atuação fica crua e um pouco forçada fazendo com que o papel não caia muito bem para ele. Não sei se é porque o mesmo não trabalhou tanto em sua atuação, ou se o papel não combinou muito, mas o fato é que apesar de Bella Thorne trabalhar relativamente bem nem isso faz com que a história vingue já que o casal parece sem sal, com uma história que não é trabalhada do modo certo, cheia de cenas clichês mal aproveitas e uma atuação mediana de um dos personagens principais. Sol da meia noite tinha tudo pra ser um romance fofo adolescente mas passa despercebido pela má produção, mal elementos aproveitados e um roteiro forçado que parece querer convencer o espectador da emoção, romance e fofura dos filmes que estamos acostumados. É uma pena. Não rolou mesmo. 
Sol da Meia-noite : Foto Bella Thorne, Patrick Schwarzenegger


Katie (Bella Thorne) é uma jovem de 17 anos que vive protegida dentro de sua casa desde a sua infância. Confinada no local durante os dias, ela possui uma rara doença que faz com que a menor quantidade de luz solar seja mortal. Sua situação muda quando seu destino se cruza com o de Charlie (Patrick Schwarzenegger) e eles iniciam um romance de verão.


Filme: Tudo e Todas as Coisas

Filme: Tudo e Todas as coisas
Título Original: Everything, Everything
Gênero: Drama, Romance
Duração: 1 hora e 36 minutos
Distribuidora: Warner Bros
Nota: 3,5 de 5
Baseado no livro de mesmo nome de Nicola Yoon

Eu não tinha me interessado pela história desse filme/livro até o trailer ser liberado e mesmo assim não era um daqueles filmes que eu estava louca pra ver, dava pra esperar sabe? Enfim consegui assistir e como sempre vim aqui dividir minha opinião mista com vocês. Mista? Sim, eu não sei se achei ruim ou bom e acredito que vou ficar no meio termo. O filme tem pontos altos e baixos, mas no geral é uma boa pedida pra quem curte filmes de romance/drama adolescentes sem muita profundidade. A história gira em torno de Maddie ( interpretada por Amandla Stenberg, a pequena Rue de Jogos Vorazes) uma jovem de 17 anos que sofre de uma doença muito rara e incomum: Síndrome da Imunodeficiência combinada. Basicamente, ela tem um sistema de defesa contra bactérias e vírus péssimo então ela pode ficar doente com qualquer coisa, em qualquer lugar e perto de qualquer pessoa. Por isso, a jovem desde que era pequena nunca saiu de casa. Sua mãe que é enfermeira a mantém saudável, com esterilizadores em tudo que é lugar, controle total de tudo que ela toca e das pessoas que mantém contato que são basicamente: sua mãe, a enfermeira e a filha dela. A jovem sonha em fazer outras coisas, conhecer o mar e viver como se não tivesse limitada. Tudo muda quando novos vizinhos se mudam para a casa ao lado e um jovem garoto chamado Olly acaba chamando sua atenção. A paquera começa a rolar mesmo a jovem estando o tempo todo em casa e eles começam a conversar pela janela do quarto e trocar mensagens. Mas a necessidade, a curiosidade e atração aumentam fazendo com que a jovem repense sobre sua vida, sobre os momentos que quer viver, o que nunca sentiu e o que ela espera de sua vida. Disposta a sentir pelo menos uma vez aquilo que ela sempre quis ela se coloca em risco para vivenciar momentos que ela até então desconhecia e Olly faz parte disso. Mas como continuar vivendo e amar pela primeira vez quando uma doença te impede disso?

Sei que vocês devem estar pensando que todo o enredo é super clichê. E é mesmo. Tanto pela sinopse como pelo trailer podemos ter uma vaga noção da atmosfera do filme e de que se trata de um romance adolescente com aquele clima de drama bem conhecido. Pra ser sincera assim que o trailer foi liberado a primeira sensação que tive é como se estivesse assistindo um novo filme de " A culpa é das estrelas" só que com uma história diferente. A sensação de envolvimento e gênero era a mesma. Pra começar, o filme não é inovador. Não é nada que você não possa ter visto ou achado semelhante em algum outro filme, mas também não é algo completamente ruim. O uso de elementos já conhecidos de outros filmes adolescente é usado e abusado nesse longa. As trocas de mensagens entre Olly e Maddie pra mim foram representadas de forma inteligente como se eles tivessem conversando pessoalmente mas na imaginação deixando de lado aquela coisa de colocar as mensagens na tela. A fotografia e a trilha sonora do filme estão incríveis. É digno de ver. O roteiro se desenvolve bem na maior parte do tempo, porém falta em acabamentos e alguns detalhes. Faltou um pouco mais de sentimentalismo ou profundidade para que a emoção suposta realmente acontecesse. Apesar de parecer um filme que pode te arrançar lágrimas, Tudo e todas as coisas não te faz nem fungar. 

O longa apenas deixa no ar uma suposta sensação de filme dramático/choroso, mas não chega a tudo isso. Eu gostei muito da atuação de Amandla e Nick Robinson atuam bem individualmente, mas quando estão juntos parece que falta alguma química sabe? O casal não chega a emocionar, muito menos a empolgar ou fazer se apaixonar o que é uma pena já que ambos são interessantes. A premissa do mesmo pode parecer extremamente boba já que estamos lidando com um gênero de filmes conhecido e voltado para o mundo jovem, porém o longa se mantém e surpreende muito no final. Eu realmente já tinha pensado em como a história acabaria e estava certa disso, mas quando o fim foi chegando eu realmente não esperava o que houve. Esse foi o diferencial desse filme. Tinha tudo para seguir para um caminho ainda mais clichê e conhecido, mas foi para outro completamente diferente com um final até que interessante. Começou aos poucos, com elementos batidos progrediu aos poucos conforme a história foi desenrolando, teve falhas em muitos pontos e deixou de ter atenção em outros mas no final conseguiu pontos extras por ser diferente do final mais óbvio. É um filme que pode ser tocante, com drama moderado, romance adolescente e uma atmosfera muito bacana de se assistir. 







Maddie (Amandla Stenberg) está prestes a fazer 18 anos, mas ela nunca saiu de casa. Desde a infância, a jovem foi diagnosticada com Síndrome da Imunodeficiência Combinada, de modo que seu corpo não seria capaz de combater os vírus e bactérias presentes no mundo exterior. Ela é cuidada com carinho pela mãe, uma médica que constrói uma casa especialmente para as necessidades da filha. Um dia, uma nova família se muda para a casa ao lado, incluindo Olly (Nick Robinson), que se sente imediatamente atraído pela garota através da janela. Maddie também se apaixona pelo rapaz, mas como eles poderiam viver um romance sem se tocar?




Texto: Apenas romântica



Eu sempre gostei de assistir filmes românticos. Sempre gostei de sorrir e suspirar com aqueles diálogos que mas pareciam surreais do que verdadeiros. Agora, em certos momentos penso que talvez esses filmes estivessem mentindo pra mim. Droga, eu os adoro mas eles me enganam. Na vida real, não tem isso. Não tem o final feliz. Mesmo assim ainda estou aqui acreditando. Crendo. Esperando. E que espera longa. Tenho que ser paciente, mas estou cansada de esperar. A gente se decepciona muito, se frustra muito.  Então eu só preciso encontrar alguém que entenda essa vontade de viver algo verdadeiro. Verdadeiro mesmo. Não é aquele sentimento barato que muda em pouco tempo. Também não é aquele punhado de palavras que você solta facilmente sem nem saber o significado.

Na na ni na não. É aquela pessoa que saiba dar mais valor pro interior do que o exterior. Está cheio de gente por ai que só valoriza e se importa com o que tem por fora. E eu estou mais interessada em quem consiga mesmo é ver meu coração. Saber como ele é. Sou um romântica incurável. Sou sim e não estou nem ai. É o amor que move o mundo. Não vou desistir e não vou deixar isso de lado. É algo que preciso vivenciar, algo que preciso sentir. Arriscaria tudo para ter a oportunidade de ter o verdadeiro. Mereço sentir isso. Não sei e sei ao mesmo tempo que você está por ai bem perto. Não me pergunte como. Só posso sentir a vibração sobre minha pele me dando esperança.


Enquanto isso vou imaginando. Apostando que nos conheceremos casualmente. Em uma festa, na rua, de um modo inesperado. Você seria um doce, abriria  a porta do carro pra mim e me levaria pra comer algo. Ficaria encantado com as coisas que digo e pegaria em minha mão enquanto sorriria pra mim. Talvez eu esteja sonhando demais. Oh Deus. Me contenha. Eu deveria parar de imaginar histórias que nem devam acontecer na realidade. Desculpa. Sou culpada. Quer dizer, meu coração é culpado. Você ai, seja lá quem for. Saiba que estou aqui. Estou cansando de esperar.  Tenho sido tão paciente e tem demorado muito.

Já está anoitecendo e o céu está estrelado. Sob o céu escuro, a lua e um montão de estrelas apenas as observo enquanto penso no que deve estar fazendo agora. Estou esperando te encontrar e espero que você também esteja. Dê algum tipo de sinal de que está ai fora. Dê um jeito de dizer que eu posso esperar tranquila. Meu coração está precisando disso. Meu coração está precisando de você. Seja lá quem for.


Topo