Eu Ouvi: Reputation de Taylor Swift

Álbum: Reputation
Artista: Taylor Swift
Lançamento: Novembro de 2017
Gravadora: Big Machine
Singles: Look What You made me do, Ready For It, End Game, Delicate.
Nota: 3,5 de 5

Quem descobriu a Taylor Swift lá no comecinho como eu, talvez nem imaginasse que ela se tornaria esse fenômeno que é hoje. Com discos anteriores bem sucedidos, músicas bem executadas e muitos prêmios a cantora se consolidou no cenário musical. Aquela garotinha bonita que começou cantando músicas no estilo Carrie Underwood foi passando devagar por uma mudança musical e amadurecendo seu som, trazendo músicas com a sonoridade mais pop mas com a mesma essência: letras que trazem um desabafo sobre coisas que ela passou ou com quem ela se relacionou. E essas letras refletem bastante como a cantora é trazendo uma baita identificação com o público. Reputation era um álbum super aguardado pelos fãs. O sexto álbum de estúdio da cantora lançado no final do ano passado foi um estouro. A cantora chegou a um patamar tão grande que as expectativas em cima desse álbum eram muito grandes e Taylor mostrou isso muito bem. O primeiro single mostra uma Taylor mais ousada, diferente daquela menininha inocente e country dos primeiros singles e álbuns. Depois de se envolver em algumas situações a cantora foca no amadurecimento trazendo a mensagem de que a velha Taylor morreu e que agora, é uma nova pessoa. Acredito que esse single tenha sido um meio de trazer força para Taylor e mostra que ela é mais do que a menininha inocente e sim uma mulher que pode cuidar da própria vida. Mas ao mesmo tempo Taylor que se afirmar e dizer pra todos " olha aqui vocês não podem abusar de mim eu sou uma garota nova a outra morreu" e isso fica meio que ímplicito na sonoridade e nas outras faixas do álbum. 

O álbum tem um som bem diferente do antecessor já que traz um misto de produções em faixas que tendem a ser um pouco mais pop, depois mais dançantes e depois um pouco mais elétricas passando ainda pela calmaria. A produção do álbum conta com nomes famosos como de Max Martin que é conhecido por escrever e produzir muitos artistas e compor músicas que viram hits de artistas como Britney Spears,, Katy Perry e outros. Reputation é um disco bom porém parece ser forçado em cima de uma imagem em que a cantora quer mostrar rebeldia e foca em falar da pressão que sente. De um certo modo isso não é tão ruim, mas quando se ouve tantas faixas semelhantes falando da mesma coisa começa a se pensar o que ela realmente quer afirmar. O álbum em questões de sonoridade é sim um pouco mais maduro, mas acredito que faltou um pouco da antiga Taylor ai mostrando o coração e sua sinceridade nas letras como era. Com música para se divertir como "22" ou para pensar e sofrer como em tantas outras dela. Mas esse álbum rende bons frutos com singles bem produzidos que não tocam tanto como deveriam em questões reflexivas mas pegam naquela onda de música grudenta. A ideia é boa, mas em algum momento a pegada da velha Taylor faz falta e se a mensagem passada de que ela morreu, como será a sonoridade do próximo álbum? Resumindo, eu gostei bastante do que ouvi. Taylor passa uma força com muitas faixas e não deixa de mostrar que ela é feita de muito mais do que podem dizer ou especular sobre ela. É um misto de coisas e não deixa de ser bom. Recomendo




 

Indicação de Música: Francinne

Se você curte Britney Spears pode ser que conheça essa menina. Fran Porto, mas conhecida como Francinne começou a ganhar destaque como cover da princesa do pop. A semelhança física com Britney e as coreografias bem executadas por parte de Fran, fizeram que ela caísse nas graças do público e nos fãs de Britney facilmente. Fran ficou muito tempo fazendo shows, se apresentando em programas de TV e cantando músicas da princesa do pop. Porém, a moça quis fazer música por si própria e talento pra isso ela tem. Por isso mesmo, a Fran entrou em estúdio e lançou o single " Im Alive" em inglês em parceria com o estúdio Massiva e com a produção de Mister Jam ( que já produziu a cantora Wanessa Camargo por um longo tempo). O resultado foi bom, já que a música entrou para a trilha sonora de uma novela da Globo e ficou em boas colocações.  Logo depois, ela lançou algumas músicas em um EP denominado " Na Pele"e alguns singles com videoclipes muito bem produzidos. No seu canal do Youtube, a cantora também faz covers de algumas músicas e investe pesado em seu trabalho e sua divulgação buscando se colocar no mercado pop/dançante nacional. Desejo muita sorte pra Francinne. Ela canta bem, dança muito bem e tem os elementos certos pra bombar no país. Por enquanto você pode conhecer o trabalho dela aqui embaixo. Dá uma ouvida.











Eu assisti: Esquadrão Suicida

Filme: Esquadrão Suicida
Título Original: Suicide Squad
Gênero: Ação, Fantasia
Lançamento: Agosto de 2016
Duração: 2 horas e 13 minutos
Distribuidora: Warner Bros
Nota:  3 de 5
Baseado nos quadrinhos da DC COMICS

Se você é super fã de quadrinhos e não concorda com a minha nota para esse filme, sugiro que nem continue a ler essa postagem. Demorou tempo demais para que eu me rendesse e assistisse finalmente a esse filme mesmo depois de tantos comentários antes e depois que o filme estreou. Quem acompanha o blog, sabe que eu não me ligo em nada nos comentários negativos e gosto mesmo é de conferir as coisas por mim mesma e por isso mesmo resolvi dar uma chance a esse filme. Não sou uma adoradora de quadrinhos. A verdade é que nunca li nenhum e meu único contato com vilões, heróis famosos de filme e etc é de referência e também de filmes que assisti. Então estou fazendo a crítica desse filme baseada somente na minha visão crua sem conhecimento dos quadrinhos, da adaptação do filme e de todo e qualquer elemento que pudesse ser influenciado pelo mesmo.

Eu não conheço muito os personagens da DC COMICS, o único que conheço é o BATMAN e mesmo assim não assisti nenhum dos filmes. Sim, eu tenho sérios problemas com filmes de personagens vilões, super heróis e etc. Enfim, vou falar do enredo do filme antes de tudo. Uma agente do governo chamada Amanda Walker tenta convencer o governo a usar super vilões que ela capturou e agora estão isolados para ajudarem em um caso de suposto terrorismo, caso eles sejam bem sucedidos eles terão 10 anos a menos em suas sentenças mas se desobedecerem ou fugirem serão mortos com um dispositivo instalados neles. Só que os vilões são barra pesada, do tipo loucos e assustadores. O grupo vai sendo apresentado aos espectadores enquanto a agente vai descrevendo seu plano. Arlequina, a doutora que ficou insana depois de ter sido designada para tratar o Coringa e acabar se apaixonando por ele tornando-se a mulher do pior bandido de Gotham. Pistoleiro, um assassino a sangue frio que mata pessoas por dinheiro e é conhecido por sua extrema pontaria já que ele não erra nenhum tiro. 

Capitão Bumerangue que tem um jeito excêntrico de praticar seus crimes. Crocodilo um tipo de pessoa e animal que devora suas vítimas para obter o poder delas, Diablo um cara com um poder especial que pode queimar o que quiser e tudo ao seu redor. Katana uma jovem japonesa lutadora que pode te cortar em pedacinhos em um piscar de olhos com uma espada que aprisiona a alma de quem ela mata. E o capitão Rick Flag, um oficial soldado bom em combate e que lidera o Esquadrão Suicida mantendo-os em controle, ele também é o único que controla Magia/Dra June uma bruxa poderosa que está na Terra há milênios e agora quer destruir tudo. Quando as coisas saem do controle, o Esquadrão terá que se juntar para salvar o mundo de uma destruição. Sendo vilões, eles se unirão ou só pensarão nos seus próprios objetivos? Temos também a aparição do Coringa, com alguns flashes do passado de Arlequina(minha preferida).

Pensando na atmosfera do filme toda essa reunião de vilões com talentos especiais unidos para combater um mal me lembrou muito Os Vingadores. Só que ao contrário. Como eu disse minha opinião é totalmente baseada somente no que assisti no filme e o que vi me fez dar nota máxima pra ele. O filme me manteve vidrada e com os olhos na tela todo o tempo. Isso considerando que eu só tinha ouvido falar em alguns personagens e não conhecia os outros. O desenvolvimento corre de uma forma bacana e os acontecimentos inseridos dentro do mesmo me fizeram dar destaque para vários personagens e momentos. A Arlequina se tornou a minha favorita e dai eu acabei entendendo porque ano passado visualizei tantas pessoas comentando sobre ela e querendo se vestir como ela. Ela é louca de pedra, mas muito cativante. Muita gente reclama do Jared Leto ter feito o papel do Coringa, mas eu particularmente gostei bastante. O cara ficou irreconhecível e absorveu muito bem o que tinha colocar de característica no mesmo. A risada dele foi outra coisa super engraçada e interessante já que eu fiquei com ela na cabeça muito tempo depois que o filme terminou. As cenas de luta, as peculiaridades dos personagens, os desafios e até as loucuras dos mesmos deram um ritmo bacana pro filme que realmente entretém quem está assistindo mesclando cenas de aventura, fantasia e um pouquinho de comédia também. 

Alguns fatos que me incomodaram foi a má exploração dos personagens. O filme praticamente gira em torno de DeadShot, Arlequina e Coringa. Tipo cade a valorização dos outros personagens? Há vilões bem interessantes ali e mesmo assim eles escolhem explorara apenas alguns. O roteiro também não é um dos melhores. Uma bruxa de décadas atrás com um irmão esquisito querendo dominar tudo. Muita coisas poderia ter sido criada ali e não foi. Esquadrão Suicida não é tão ruim quanto a maioria das críticas aparenta, pelo menos não pra mim. E não adianta vir me falar " ah, mas nos quadrinhos isso e aquilo, eles fizeram merda e bla bla" não vai adiantar nada e minha opinião não vai mudar. É um dos meus filmes favoritos e Arlequina me deixou apaixonada.






Após a aparição do Superman, a agente Amanda Waller (Viola Davis) está convencida que o governo americano precisa ter sua própria equipe de metahumanos, para combater possíveis ameaças. Para tanto ela cria o projeto do Esquadrão Suicida, onde perigosos vilões encarcerados são obrigados a executar missões a mando do governo. Caso sejam bem-sucedidos, eles têm suas penas abreviadas em 10 anos. Caso contrário, simplesmente morrem. O grupo é autorizado pelo governo após o súbito ataque de Magia (Cara Delevingne), uma das "convocadas" por Amanda, que se volta contra ela. Desta forma, Pistoleiro (Will Smith), Arlequina (Margot Robbie), Capitão Bumerangue (Jai Courtney), Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje), El Diablo (Jay Hernandez) e Amarra (Adam Beach) são convocados para a missão. Paralelamente, o Coringa (Jared Leto) aproveita a oportunidade para tentar resgatar o amor de sua vida: Arlequina.







Resenha de livro: Fingindo

Livro: Fingindo #2
Autora: Cora Carmack
Ano: 2015
Páginas: 336
Editora: Novo Conceito
Nota: 4 de 5 ( bem melhor que o primeiro)

Me surpreendi TOTALMENTE com esse livro. Quem conferiu a resenha por aqui do primeiro livro ( Perdendo-me) sabe que eu não gostei tantooo assim da história então eu meio que não sabia exatamente o que esperar dessa história. Mas fiquei feliz já que minhas expectativas eram bem baixas e terminei a leitura bem feliz com a história que foi apresentada. Vamos falar do enredo antes né? Cade Winston é o típico rapaz bonitinho, inteligente e bacana daqueles pra ser um bom amigo e é por isso mesmo que ele acaba sozinho e com o coração partido. Ele simplesmente deixa as pessoas irem embora. A situação não pode ser mais complicada já que ele ainda sente algo por Bliss, sua melhor amiga que está noiva de Garrick, o bonitão britânico. A situação fica tensa e apesar de dizer que está levando numa boa, Cade só consegue ficar mais desconfortável com toda aquela situação. Tudo muda quando ele acaba conhecendo Max, uma garota de cabelos coloridos e tatuagens que o aborda com um pedido nada convencional. A garota acaba pedindo para Cade se passar por namorado dela para os pais que estão chegando naquele exato momento. Cade acaba vendo toda a loucura dessa proposta como uma oportunidade de esquecer o desconforto com Bliss, e também praticar o que aprendeu na faculdade de artes cênicas.

Max é uma garota totalmente diferente do que Cade se interessaria. A garota de cabelos vermelhos é musicista e tem um grande sonho que é ver a banda que participa decolar. Porém seus pais não aceitam sua decisão nem muito menos sua vida, por isso a garota mente toda vez que vai visita-los ou que eles vem visita-la. E por isso eles não podem de jeito nenhum descobrir sobre o verdadeiro namorado dela que é cheio de tatuagens e toca na banda. Cade seria a escolha perfeita. Mas o que era pra ser algo só de fingimento e que duraria pouco tempo acaba se tornando algo que sai totalmente controle de ambos que acabam se relacionando e se afastando por medo de várias coisas que o impedem internamente. Os dois precisam passar pelos obstáculos se quiserem ficar juntos, superar seus limites e admitirem o que sentem um para o outro sem o receio de se machucarem.

Se no livro anterior tínhamos um enredo bem superficial a coisa já muda BASTANTE nesse livro. É notável a evolução da escrita da mesma com relação a construção do enredo e os elementos inseridos dentro da história. Não sei se por contar a história de outro personagem nesse livro, a autora conseguiu captar melhor a junção do que entraria dentro da mesma e a fizesse mais interessante aos olhos do leitor. De início, a história parece bem clichê por que você com certeza já leu ou assistiu algo relacionado a alguém pedir pra se passar por namorado, noivo e etc. Mas a autora sabe usar desse clichê muito bem para explorar pontos um pouco dramáticos e que deram um gás pra história de uma forma bem desenvolvida e foi isso que realmente faltou no primeiro livro.

 Nessa obra temos algo totalmente diferente na essência mas ao mesmo tempo igual já que a narrativa flui do mesmo jeito que o primeiro livro. A autora conseguiu criar aspectos baseados na personalidade dos personagens de uma forma crescente em que os acontecimentos condizem com o mesmo. A leitura fluiu bem mais rápido do que o primeiro livro, e me fez pensar mais nos dramas dos personagens.  A mistura de drama, romance e algumas cenas sensuais dá muito certo até que a história termine. Narrado sob o ponto de vista dos dois em capítulos alternados Fingindo me deu uma outra visão sobre a autora e satisfeita pela leitura que foi feita. Um livro interessante, desenvolvido com pontos dramáticos certos e em uma dosagem moderada que te faz gostar do que está lendo e gostar dos personagens. Recomendo.





Ela falou baixinho e com afeto:

Você compôs aquela música pra uma menina?
Você está sugerindo novamente que sou gay?
Fiz que não com a cabeça.
Não era. Quando decidi fazer alguma coisa a respeito, ela já estava com outra pessoa.
Então você desistiu?
Não fazia sentido eu disse. Eu não podia competir.
Bobagem. Ela apertou o pano com mais força e aproximou um pouco mais meu rosto do dela.
Você é o Menino de Ouro. Você é bom em tudo. Você é gentil, maravilhoso e provavelmente interrompe tudo o que estiver fazendo para ajudar velhinhas a atravessar a rua. Se você não pode competir, então todos nós estamos completamente fodidos.
Sorri. Ouvi-la dizer que eu era maravilhoso era um bom prêmio de consolação.
O outro cara é britânico.
Ela jogou a cabeça para trás e riu, e meus olhos se detiveram na curva suave do seu pescoço.
Sim, você é muito azarado, Menino de Ouro.


“Ele havia me arruinado. Antes eu era como gelo – fria, cortante e sólida. Mas durante semanas, ele me derreteu, e eu odiava isso.”

“- Sua dor a tornou mais forte. Ela fez de você uma mulher incrível e cheia de vida. A dor fez de nós dois o que somos."


Isso havia parecido algo inofensivoantes_ uma atração inocente.Eu pensei que aquilo me faria esquecer a Bliss,e deu certo.Pesei naquilo como u encontro em segurança porque nós dois sabíamos que não iria a lugar algum.

Entretanto,eu já não tinha mais certeza quanto a isso.Bem,talvez minha mente tivesse,mas o resto do meu corpo,não.Qualquer encontro entre nós dois agora não seria inofensivo e com toda a certeza do mundo não seria nada simples.”


“Olhei Cade nos olhos.De várias formas essa canção falava de nossa situação também.Passaram-se três meses,e nós invadimos completamente a vida um do outro.Juntar-me a ele com uma musica sobre perda ma obrigou a conter as lágrimas.Eu estava correndo o perigo de dizer todas aquelas coisas bregas sobre metades da laranja e almas gêmeas das quais sempre rira nos filmes.”


Por quanto tempo você consegue prender alguém? Meu nome é Cade Winston. Aluno de mestrado em belas-artes, voluntário, abraçador de mães e seu namorado pelas próximas vinte e quatro horas. Prazer em conhecê-la.


Com seus cabelos coloridos, tatuagens e um namorado que combina com tudo isso, Max tem exatamente o estilo que seus pais mais desprezam... E eles nem sonham que a filha vive assim.
Ela fica em apuros quando seus pais a visitam na faculdade e exigem conhecer o futuro genro. A solução que Max encontra para não ser desmascarada é pedir para um desconhecido se passar por seu namorado.Para Cade, a proposta veio em boa hora: é a chance que ele esperava para acabar com a sua fama de bom moço, que até hoje só serviu para atrapalhar sua vida.
Um faz de conta com data marcada para terminar... E um casal por quem a gente vai adorar torcer. Fingindo vai seduzir você.




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